Cartão de bingo para 2026
Não sabemos o que nos reserva o bingo geopolítico de 2026. A única certeza é que nos esperam surpresas.
Não sabemos o que nos reserva o bingo geopolítico de 2026. A única certeza é que nos esperam surpresas.
Num retorno feliz à não-ficção, o escritor e fotógrafo português disserta sobre o antissemitismo na Europa assumindo a primeira pessoa e viajando entre memórias e factos históricos.
A investigação jornalística a Gouveia e Melo, que hoje publicamos, é mais um capítulo da nossa nobre missão chamada jornalismo livre, independente e corajoso
O novo cheque-livro pode ser utilizado pelos jovens residentes em Portugal nascidos em 2007 ou 2008 até ao dia 30 de junho de 2026.
Já muito se refletiu sobre a falta de incentivos para “os bons” irem para a política: as horas são longas, a responsabilidade é imensa, o escrutínio é severo e a remuneração está longe de compensar as dores de cabeça. O cenário é bem mais apelativo para os populistas e para os oportunistas, como está à vista de toda a gente.
Foi publicada poucos dias antes de a escritora morrer.
Não é possível condenar convictamente um alegado abuso e, ao mesmo tempo, quem nos permitiu ter conhecimento desse abuso.
Da energia irreverente dos anos 80 à maturidade literária de 2000, três romances fixam a vida de uma autora que foi estrela, prodígio e contradição.
A IA não deve ser utilizada para a cobertura de notícias de última hora.
O centrismo tem sido proclamado por diversas personalidades que não têm a mais pálida ideia do que fazer ao país. É uma espécie de prêt-à-porter para gente sem cultura política e, pior que isso, sem convicções ou rumo definido.
E se nos contassem a história dos leitores que transformaram?
Segundo a marca, o pedido mais popular era ‘Clara Colour, mas em branco’. Aqui está ele.
O escritor catalão, autor de A Catedral do Mar – que fez dele um dos escritores espanhóis mais vendidos no mundo – fecha esta trilogia com o seu último livro, No Amor e na Guerra.
Companheiro de estrada de Anthony Bourdain durante 17 anos, Zamir Gotta escreve, em "Zamir, Tony e Eu...", sobre amizade, perda, e a responsabilidade de contar a própria história.
No papel, é uma solução que visa “estabilidade”. Na realidade, é um pacto cheio de contradições, construído em cima de oito anos de antagonismo feroz.
No seu novo romance, o escritor dispara em várias direções, da masculinidade às teorias da conspiração e à turistificação de Lisboa. Um livro para nos rirmos do presente.