Sábado – Pense por si

A mui real lata de António Costa

Depois de oito anos como Presidente da Câmara de Lisboa e oito anos como Primeiro-Ministro, Costa descobriu o problema da habitação num discurso em Bruxelas. Dezasseis anos. Dois mandatos autárquicos e dois governamentais. Uma cidade inteira e um país inteiro. E foi preciso uma cadeira no Conselho Europeu para a epifania chegar.

O instrutor Rubim Fonseca com o kit de sobrevivência, onde não falta o rádio a energia solar
Raquel Lito

Já aprendi a sobreviver às catástrofes

Há um novo guia e fomos saber as regras: alimento, fogo, abrigo e água são vitais, mas não é fácil chegar a eles. Cozinhar carne e conservá-la em frascos, fazer faísca com uma pedra de magnésio, ou converter um saco de lixo numa gabardina requerem perícia e técnica. Estou a léguas do MacGyver. Veja o vídeo.

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Joana Teixeira
Lucília Galha

Como tirar o melhor partido dos alimentos

Ter atenção ao que põe no prato deixou de ser só uma moda - é uma necessidade. Razão: a comida perdeu nutrientes e estar disponível durante todo o ano não atesta a sua qualidade. Os congelados podem ser bons aliados e talvez deva voltar aos pratos de panela. Saiba o que escolher quando vai às compras.

Aproveitar os alimentos

Prefira produtos da época e não descarte os congelados. Saiba o que escolher quando vai às compras. E ainda: bullying na cozinha; realeza em Lisboa; e o que estão a fazer os ex-candidatos presidenciais?

António Quaresma fotografado para a SÁBADO junto ao Mundo Fantástico da Sardinha Portuguesa, no Rossio, Lisboa
Tiago Carrasco

Das sardinhas em lata aos pastéis de bacalhau com queijo da Serra. Como António Quaresma criou um império

Foi pastor de ovelhas, vendeu sidra, deu aulas e deixou os lisboetas incrédulos quando associou sardinhas em lata a carrósseis e recheou pastéis de bacalhau com queijo da Serra. Hoje o seu grupo fatura 50 milhões de euros por ano com um modelo de negócio que cobra caro a turistas para redistribuir riqueza por pastores e artesãos. Até lhe chamam o Robin dos Bosques da Serra da Estrela.

A lagartixa e o jacaré

Devo processar ou não?

Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão, incluindo nessa liberdade muita coisa que está em Portugal no âmbito das proibições constitucionais. Mas sempre disse que o limite seria o crime, e há crime no uso da palavra e da escrita exclusivamente para a calúnia, o insulto e difamação.

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