A guinada à direita é com elas: as damas de ferro europeias
A possibilidade real de a alemã Alice Weidel e de a francesa Le Pen chegarem ao poder, juntando-se à italiana Giorgia Meloni, perspetiva um triunvirato feminino da linha dura.
A possibilidade real de a alemã Alice Weidel e de a francesa Le Pen chegarem ao poder, juntando-se à italiana Giorgia Meloni, perspetiva um triunvirato feminino da linha dura.
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
O desespero que hoje sinto, mas por razões totalmente distintas, é ainda maior. Muito maior mesmo.
O ataque de um bando de nazis a um actor do grupo de teatro A Barraca não é um episódio solto nem apenas cobarde. É cobarde mas é mais do que isso. Ele é a representação simbólica e material da agressão a toda uma sociedade que se revê na cultura.
O Tribunal Penal de Paris estimou os danos causados ao Parlamento Europeu em aproximadamente 4 milhões de euros e estabeleceu que este sistema esteve em funcionamento entre 2004 e 2016.
Concorreu cinco vezes às presidenciais e em 2002 foi à segunda volta para ser derrotado por Chirac. A ex-mulher roubou-lhe um olho de vidro e zangou-se com a filha, que o expulsou do próprio partido.
Tinha 96 anos e co-fundou a Frente Nacional, agora União Nacional liderada pela filha Marine Le Pen.
Vários membros, incluindo a líder do partido de extrema-direita francês, estão a ser julgados desde segunda-feira sob suspeitas de utilização indevida de fundos europeus.
Em causa está a utilização de dinheiro destinado ao Parlamento Europeu para contratar assistentes para o partido. Se Le Pen for condenada, poderá ter de pagar uma multa ou até cumprir pena de prisão.
Era do PSD e votava em Sócrates, mas foi no populismo que vingou. Ressentido com uma “traição” de Montenegro, Ventura demitiu-se de vereador em Loures e criou o Chega com amigos – que já saíram do partido. Uma história com falsificações, dívidas pagas pelo próprio e “facadas nas costas”.
Oito anos depois de criar o En Marche, o Presidente, preso num labirinto construído por ele, dissolve a Assembleia Nacional e mergulha França nas eleições mais polarizadas das últimas décadas.
Não precisamos de recuar tantas décadas para considerarmos inimaginável o momento que vivemos na Europa. Momento que, conforme von der Leyen bem refere, se caracteriza por um forte questionamento dos valores da União Europeia e das suas Democracias.
Anúncio foi feito pela própria através das redes sociais.
Manifestações ocorrem quase uma semana depois do partido Reagrupamento Nacional ter vencido as eleições europeias em França.
A forma histérica como as elites mediáticas dão palco e importância a fenómenos marginais é um dos combustíveis para que os marginais se tornem centrais. Apontar o dedo ao povo bruto/racista/fascista (escolham vocês) só consola as almas simples.