Ataque a centro islâmico em San Diego faz cinco mortos
Entre os mortos estão os dois atiradores. Autoridades acreditam que pode ter sido um crime de ódio.
Entre os mortos estão os dois atiradores. Autoridades acreditam que pode ter sido um crime de ódio.
A polícia de San Diego, na Califórnia, confirmou, esta segunda-feira, que foi chamada a responder a um tiroteio no Centro Islâmico de San Diego. Um agente no local afirmou que as autoridades acreditam que várias pessoas foram baleadas, no entanto, até ao momento, ainda não foi possível apurar quantas.
Al-Minuki "pensava que se podia esconder em África, mas não sabia que tínhamos fontes a manter-nos informados sobre as suas actividades", referiu o presidente norte-americano.
O quartel-general da Guarda Revolucionária do Irão e o Tribunal Revolucionário Islâmico, em Teerão, ficaram destruídos após os ataques dos EUA e Israel.
O tiroteio aconteceu após os ataques israelitas e norte-americanos ao regime islâmico do Irão. O assassino foi abatido por polícias de Austin.
Desde o início da guerra em Gaza, desencadeada pelo ataque do movimento islâmico Hamas ao território israelita a 07 de outubro de 2023, a violência disparou na Cisjordânia, um território ocupado por Israel desde 1967.
Os ataques foram realizados contra o grupo fundamentalista na Síria, numa resposta ao ataque que matou dois militares norte-americanos e um tradutor.
Líderes nigerianos já afirmaram que a ofensiva é consequência de uma troca de informações estratégica entre os dois países contra os grupos militares.
Grupoo planeava ataques durante o período de festividades do fim do ano.
O ataque terrorista de domingo passado foi realizado por dois homens com ligações ao grupo Estado Islâmico, pai e filho, e foi o pior tiroteio do género na Austrália em várias décadas.
Os suspeitos permaneceram no país de 1 a 28 de novembro, tendo a cidade de Davao, no sul, como destino final antes de voarem de volta para a Austrália.
As autoridades classificaram o ataque como antissemita, mas até então tinham fornecido poucos detalhes sobre as motivações dos agressores.
O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu retaliação após um ataque na Síria atribuído ao Estado Islâmico que causou a morte de dois militares norte-americanos e um civil.
Em Washington Al-Sharaa anunciou o “desejo, as intenções e a prontidão” para se juntar aos 89 países que compõem a coligação.
Ahmed al-Shaara vai a Washington para se encontrar com Donald Trump e se juntar a uma coligação liderada contra o Estado Islâmico.
O terrorismo islâmico na Europa exige acção política e policial contínua. O terrorismo da extrema-esquerda das décadas de 70 e 80 do século passado também mereceu tratamento rigoroso. Não será diferente agora