Trump recebe ameaças do Irão e muda de avião para regressar aos EUA após cimeira da NATO
O novo Air Force One, oferecido pelo Qatar, ficou no Reino Unido.
O novo Air Force One, oferecido pelo Qatar, ficou no Reino Unido.
Desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, as relações transatlânticas sofrem de uma constante arritmia: ora batem forte; ora batem fraco. Esta semana, na Cimeira da NATO em Ancara, não foi diferente com o presidente americano a dar umas no cravo e outras na ferradura dos seus aliados.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, considerou justificados os ataques dos Estados Unidos ao Irão, alegando que Teerão violou o cessar-fogo. Ainda assim, defendeu um acordo que ponha fim ao programa nuclear iraniano e garanta a reabertura permanente do Estreito de Ormuz.
Washington também restabeleceu as sanções económicas ao petróleo iraniano, que tinha levantado devido ao cessar-fogo.
O Comando Central dos EUA confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.
Donald Trump perdeu a narrativa. O Irão foi um desastre, o Supremo já lhe tinha travado as tarifas e agora travou-lhe o ataque aos filhos de imigrantes nascidos nos EUA, a inflação que não para de subir. Claro que há sempre aqueles 30 e poucos por cento que abdicaram de pensar pela própria cabeça, mas a sangria nos independentes, nos jovens, nos latinos e nos negros é evidente. Tivessem votado com mais consciência: os sinais estavam todos lá.
Líder Supremo do Irão morreu a 28 de fevereiro mas só vai ser sepultado na próxima quinta-feira.
Enquanto decorre o Mundial 2026, pelo menos 13 das 48 seleções representam países envolvidos em guerras ou conflitos latentes. Nove já foram eliminadas da competição de futebol, que entra este fim de semana nos oitavos de final.
Teerão, que está a negociar com os Estados Unidos um acordo de paz, afirma que o estreito, permanecerá sob o seu controlo enquanto durarem as negociações.
Evento coincide com o Dia da Independência dos Estados Unidos.
Os bombardeamentos em Minab ainda estão envoltos em mistério. Mas associações continuam a investigar o que aconteceu no dia 28 de fevereiro.
“Não haverá nenhuma negociação, em nenhum nível, com a parte norte‑americana”, declarou na segunda‑feira à noite o porta‑voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, citado pela agência IRNA.
O exército iraniano divulgou, este domingo, imagens que afirma mostrar o lançamento de mísseis em resposta aos recentes ataques dos Estados Unidos contra alvos militares no país. Teerão diz ter visado instalações na região do Golfo e ameaça suspender as negociações em curso para um acordo de cessar-fogo.
Irão atacou um navio cargueiro no Estreito de Ormuz com quatro drones e o cenário levou os EUA a responderam pela mesma moeda, atacando locais de "armazenamento de mísseis e drones iranianos".
Egito confirmou o o inédito apuramento para a fase a eliminar.