Associação acusa nova unidade da PSP de preferir perseguir imigrantes a controlar fronteiras
A Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras começou a funcionar em 21 de agosto do ano passado, com 1.200 elementos.
A Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras começou a funcionar em 21 de agosto do ano passado, com 1.200 elementos.
Marilyn atirou-se de uma janela do Pentágono em chamas para os braços de Craig. Passaram-se 25 anos e nunca mais souberam um do outro. Voltam agora a estar juntos, entre agradecimentos, abraços fortes e memórias desfiadas, numa série que reúne pela primeira vez estes heróis e os seus sobreviventes
É a partir de uma pequena loja, aberta há três anos em Bragança, que a única mulher no topo do ranking dos melhores padeiros do mundo, nos presenteia com irrrepreensíveis exemplares do Pão de Gimonde
Presidente do Governo Regional da Madeira alertou para o perigo do discurso xenófobo em Portugal.
Paulo Núncio defendeu ainda a governação da AD, destacando a redução do IRS e do IRC desde 2024.
Agentes afirmam que abriram fogo depois de o homem ter tentado usar o veículo como arma. Esta não é, no entanto, a primeira vez que o ICE usa esta justificação. Para já, não há testemunhas que confirmem estas alegações.
A Europa precisa de imigração. Não é uma opinião. É uma evidência demográfica.
A longa-metragem começará a ser produzida em 2028 e parte do livro "Também os Brancos Sabem Dançar", escrito pelo membro fundador da banda, Kalaf Epalanga.
Soraya Ventura, diretora-geral da fundação Portugal com ACNUR recorda que "a única diferença entre nós e os refugiados são as circunstâncias, que podem mudar a qualquer momento”.
A investigação teve origem numa queixa apresentada em Mafra, por um imigrante que teria sido angariado pelo escritório de advogados neste esquema de falsificação de documentos.
"É uma validação de que a morte das pessoas negras e pobres da classe trabalhadora não constitui uma perda social”, diz Flávio Almada.
Na sequência do esfaqueamento de um residente por um imigrante, que se encontra detido.
Num encontro com pessoas em situação de exclusão social, como imigrantes e sem-abrigo, em Espanha.
O Colégio Moderno não vai aceitar a renovação da matrícula dos alunos de 16 e 17 anos envolvidos num episódio de confrontos físicos em Lisboa que se tornou viral nas redes sociais – na madrugada de 25 de abril, os jovens atacaram um refugiado iraquiano na Alameda D. Afonso Henriques.
Quarenta anos depois, Maria diz não ter o apoio médico ou cirúrgico adequado à sua "condição de vítima de um erro policial" como escreve na exposição à Provedoria da Justiça.
Horas de crueldade e sadismo dentro do posto da polícia, numa das zonas nobres de Lisboa. Um dos principais suspeitos denunciou colegas e práticas que lhe foram “instruídas” pelos mais velhos, como dar um “tratamento” a determinados detidos. Algumas agressões acabaram publicadas em grupos de WhatsApp para deleite dos seus participantes. “Uma forma de afirmação de poder e domínio absoluto sobre as pessoas”, escreveu a juíza de instrução.