Trump elogia adversário de Lula em meio a nova tarifas dos EUA a produtos do Brasil
Considerou Flávio Bolsonaro "um jovem inteligente".
Considerou Flávio Bolsonaro "um jovem inteligente".
O braço-de-ferro entre Donald Trump e Jerome Powell à volta das taxas de juro vai terminar em maio, quando o governador da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, cessar funções. Para o seu lugar, entra Kevin Warsh, com currículo e trabalho feito no setor. Mas também um aliado próximo do Presidente, que o descreve como “uma pessoa como deve ser, que nunca nos vai desiludir”. A independência da Fed está em risco?
O escritor espanhol não gosta de assinar os seus livros e revela como esta trilogia, a meias com o paleontólogo Juan Luis Arsuaga, lhe mudou a alimentação
O espaço das ideias está a reduzir-se. Somos cada vez menos donos do que pensamos.
Uma nova biografia com detalhes sobre os escândalos sexuais e o temperamento do príncipe André destrói qualquer intenção de recuperar a sua imagem.
Através de reels opulentos e provocadores, Sandro Castro põe em causa o legado do avô revolucionário.
O Presidente dos Estados Unidos não abranda nos ataques ao líder da Reserva Federal norte-americana.
Por maioria de razão, a mentira impera na política como manobra de sedução, mobilização e intimidação. Importa, aliás, que seja grandiloquente no seu exagero e repetida insistentemente.
As promessas socialistas, no seu despesismo delirante, são uma “receita para o desastre”? Talvez sejam, mas a referência a Sócrates, que nos trouxe a bancarrota e os empréstimos do fiel amigo, é só mais uma tentativa para aterrorizar o povo com o mais famoso zombie da política lusitana.
A guerra comercial dos EUA parece um notável ato de sabotagem. Pode antes ser a grande aposta da oligarquia.
Talvez seja mesmo assim tão simples: a nossa crise política estúpida é um produto da nossa classe política estúpida.
Antes eram definidos como leve, moderado e grave. Alteração feita pelo governo libertário da Argentina já mereceu repúdio das organizações do setor.
Os partidos dos EUA arrumaram a casa, fizeram as suas convenções (obedientes e sem surpresas) e lançam-se no último troço da campanha. A fábula está em curso.
Toda a violência exercida pelos sociologicamente poderosos contra aqueles e aquelas que não dispõem das mesmas armas que os agressores constitui uma repulsiva e repugnante cobardia imoral e um acto eticamente indefensável e injustificado.
Entre a ligeireza e o embaraço, o tema das reparações mostra as inércias e bloqueios da mítica “lusofonia”.
O socialista referia-se a frases inscritas em cartazes numa manifestação pelo direito à habitação no Porto onde se lia: "Não queremos ser inquilinos de sionistas assassinos".