EUA e Jordânia lançam ataques contra Estado Islâmico na Síria
Os ataques foram realizados contra o grupo fundamentalista na Síria, numa resposta ao ataque que matou dois militares norte-americanos e um tradutor.
Os ataques foram realizados contra o grupo fundamentalista na Síria, numa resposta ao ataque que matou dois militares norte-americanos e um tradutor.
Pelo menos seis pessoas morreram e 21 ficaram feridas na sequência de uma explosão numa mesquita da cidade síria de Homs, esta sexta-feira, durante as orações semanais. As autoridades indicam que explosivos terão sido colocados no interior do templo e estão a investigar a autoria do ataque.
Milhares de pessoas manifestaram-se na terça-feira em várias cidades ao longo da costa síria para denunciar a recente violência contra a minoria alauita.
Ahmed al-Sharaa tem uma Constituição à medida da ambição que o levou da guerra jihadista à pose de estadista conciliador. Os 1.500 alauitas mortos em cinco dias mostram que o puzzle ainda é explosivo.
A queda de Assad surge ao retardador de uma Primavera Árabe longínqua num calendário hoje dominado por muitas outras inquietações. O futuro da Síria passou a ser ainda mais imprevisível.
Bashar al-Assad mantém-se na capital. Rússia e Síria estão a atacar militantes do Hayat Tahrir al-Sham, mas Moscovo já ordenou aos seus cidadãos que saíssem da Síria.
De acordo com o ACNUR, entre os recém-chegados, destaca-se a presença de crianças pequenas, uma vez que "cerca de 60% dos que atravessaram a fronteira tinham menos de 18 anos de idade".
Ataque ocorreu durante uma cerimónia de formatura, numa academia militar. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), com sede em Londres, eleva o número de mortos para 123.
Anfetaminas, exaustão militar e a reorientação estratégica dos Emiratos Árabes Unidos e da Arábia Saudita, em busca de um compromisso de segurança com o Irão, abriram caminho à reintegração política na Liga Árabe.
A doutrina nuclear russa admite o uso de armas atómicas para responder a ameaças que ponham em perigo a existência do Estado – justamente os argumentos usados por Putin na guerra na Ucrânia. A análise de João Carlos Barradas.
A Vogue chamou-lhe “rosa do deserto”. Ficaram as sanções internacionais: enriqueceu com o desastre humano e tem tanto poder como o marido, que vai a votos dia 26.
Chefe do Pentágono referiu que o plano está em fase de discussão, não tendo sido ainda apresentado a Trump, que insistiu na retirada das forças norte-americanas da Síria e tem afirmado repetidamente a derrota do Estado Islâmico.
Observatório Sírio dos Direitos Humanos denuncia a morte de 27 soldados e considera estes os ataques mais mortíferos do Estado Islâmico desde a extinção do 'califado'.
O crítico aponta: "esta nova versão de Uma História Antiga, não chegando a ser desastrosa, fica muito aquém dos mínimos exigidos a um autor desta envergadura."
Ex-presidente Carles Puigdemont acusado de desviar dinheiro para a organização do referendo de outubro de 2017.
O "Plano regional de ajuda aos refugiados" tem como objectivo apoiar os mais de 5,6 milhões de sírios que se encontram em países do Médio Oriente.