Bebé nasce em ambulância a caminho do hospital de Bragança
A grávida deslocava-se de Carrazeda de Ansiães para a maternidade do hospital de Bragança, a única no distrito, a cerca de 100km de distância.
A grávida deslocava-se de Carrazeda de Ansiães para a maternidade do hospital de Bragança, a única no distrito, a cerca de 100km de distância.
Uma mulher deu à luz no meio dos escombros, num parto improvisado em plena via pública. O bebé nasceu na cidade de La Guaira, uma das regiões mais afetadas pelos abalos. O colapso de edifícios e dos hospitais impediu a mulher grávida de chegar a uma unidade de saúde.
O Tribunal da Relação do Porto mantém a decisão tomada em julho do ano passado de o absolver das acusações de homicídio qualificado, aborto, profanação de cadáver, acesso ilegítimo e moeda falsa.
Uma mulher grávida é, à sua maneira, o centro do mundo, e dispensa ecografias para atestar o milagre que é fazer crianças.
O jornalista e escritor Joaquim Vieira esteve no NOW para falar sobre o projeto “Retratos Políticos III” da revista Sábado, que reúne quatro obras dedicadas a figuras incontornáveis da vida política e cultural portuguesa. Falou na natureza 'ousada' do seu percurso, desde a fundação do jornal Expresso durante a ditadura até ao seu papel como primeiro-ministro após a morte de Sá Carneiro.
Técnico especialista do gabinete da secretária de Estado da Saúde é alvo de processo de averiguação oficiosa de paternidade. Terá ficado incontactável.
Fernando Valente foi julgado por um tribunal de júri e foi absolvido em 08 de julho de 2025, no Tribunal de Aveiro, dos crimes de homicídio qualificado, aborto, profanação de cadáver, acesso ilegítimo e aquisição de moeda falsa para ser posta em circulação.
O Tribunal de Aveiro absolveu o homem suspeito de ter matado a mulher que ficou conhecida como "a grávida da Murtosa" em julho de 2025.
Caso transitou para a Polícia Judiciária e estão a ser apuradas as causas do sucedido. Mulher encontra-se sob vigilância das autoridades.
O caso ocorreu na Maternidade Daniel de Matos para onde a grávida, de 43 anos, foi encaminhada por se ter sentido mal.
Ana Paula Martins disse ainda que está aberta ao diálogo e prometeu uma reunião com a nova associação de médicos tarefeiros.
O motorista que transportou a grávida relatou que, a meio da viagem, a mulher “começou a gritar desesperadamente” e disse que o bebé ia nascer.
As declarações surgiram depois de uma grávida dar à luz poucas horas depois de ter recebido alta do Hospital de Leiria.
Uma grávida quase deu à luz no carro, outra teve uma bebé com o cordão umbilical enrolado ao pescoço. Três mulheres contam à SÁBADO porque não chegaram ao hospital a tempo do parto.
Catarina Maria Gonçalves Faria referiu, ainda, que não foi pedido à unidade hospitalar o transporte para a mulher regressar à área de residência.
Transportada de ambulância de urgência de Almeirim para Leiria, temeu regresso em viatura própria.