Sábado – Pense por si

D. Sebastião, o mais desejado que se tornou rei imortal
Susana Lúcio

D. Sebastião, o mais desejado que se tornou rei imortal

O mito começou a ser construído no dia em que nasceu: era a última esperança da coroa para um herdeiro. Não conheceu os pais e cresceu entre a disciplina dos jesuítas, o gosto pelo treino militar e a interferência do tio, Filipe II de Espanha. Foi morto em batalha, mas o Reino nunca o quis aceitar.

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Debbie agradece ao seu salvador
Luísa Oliveira

Documentário: Unidos para sempre pelo 11 de Setembro

Marilyn atirou-se de uma janela do Pentágono em chamas para os braços de Craig. Passaram-se 25 anos e nunca mais souberam um do outro. Voltam agora a estar juntos, entre agradecimentos, abraços fortes e memórias desfiadas, numa série que reúne pela primeira vez estes heróis e os seus sobreviventes

Lutsk, Ucrânia
Alexandre R. Malhado

Reportagem na Ucrânia: Quando a palavra é uma arma

A cultura também é frente de guerra. Para reforçar a identidade nacional, criam-se unidades militares culturais. Militares lançam livros. Milhões de livros já foram queimados por bombardeamentos russos.

João Amaral Santos

Crime e Castigo: a matança de Estela

Paulo tinha-se divorciado de Sílvia, mas continuava em conflito pela posse de uns terrenos. Os ex-sogros estavam envolvidos no barulho. Um dia, Paulo acordou, encheu-se de uísque e foi matá-los todos.

A lagartixa e o jacaré

O Estado da Nação sofrível, mas sem esperança

As pessoas estão a ser empurradas para um quotidiano infeliz, pobre de saber, barato mas medíocre, com muita distração sem satisfação, em que uma identidade sem identidade disfarça-se de agressividade para criar fronteiras do ser, que são pouco mais do que papel pintado, buzinadelas, gritos guturais, violência doméstica e machismo nos cafés reais e nos cafés das redes sociais.

Erling Haaland, jogador da Noruega
Luana Augusto

Malas, retiros e TikTok: como Haaland conquistou o Mundial fora de campo

Jogador já era conhecido por ser dos melhores avançados da atualidade, mas foi durante o Mundial desde ano que a sua popularidade ganhou outra dimensão. A sua postura peculiar e associação à imagem viking e a presença descontraída nas redes sociais transformaram o norueguês num fenómeno entre adeptos e não-adeptos.

Gritos de "Morte à América" no funeral de Ali Khamenei em Teerão

Gritos de "Morte à América" no funeral de Ali Khamenei em Teerão

O funeral de Ali Khamenei, em Teerão, é marcado por forte segurança, tensão política e manifestações contra os Estados Unidos e Israel. O enviado especial do NOW, Alfredo Leite, afirma que "esta é também uma cerimónia política" que se inicia no dia em que os Estados Unidos comemoram os 250 anos de independência.

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