Espanha garante crescimento com imigrantes, Portugal dificulta integração
Newsletter de segunda-feira.
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A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
Trump refere-se a um vídeo que mostra Pretti, 11 dias antes da sua morte, a resistir à detenção por outros polícias.
O novo modelo alimentar dos Estados Unidos causou polémica, não só pelo design mas sobretudo pelo conteúdo: com um bife de vaca e manteiga no topo.
Marjorie Taylor Greene, uma das principais figuras do movimento MAGA, foi afastada publicamente pelo presidente dos EUA depois de críticas à forma como Trump estava a gerir o caso Epstein.
Mas, afinal, Trump quer tarifas ou não quer tarifas? O Presidente dos EUA ameaça esmagar a China com taxas alfandegárias e diz que isso é "tornar a América grande outra vez". O Presidente dos EUA encontra-se com o homólogo chinês, recua gloriosamente nas tarifas ao rival e declara enorme vitória. Aconteça o que acontecer, Trump autointitula-se vencedor do que ocorre. Porquê? Porque pode.
Se Mamdani ganhar em novembro, terá três anos até às próximas eleições presidenciais para demonstrar que as suas políticas são capazes de tornar a cidade de Nova Iorque melhor.
Putin, para o enviado de Trump, “não é mau tipo”, é até “gracioso e brilhante”. A Ucrânia, para a atual administração americana, “é um país falso”. E ainda há quem duvide da preferência de Trump por Putin em relação a Zelensky? Primeira decisão prudente: perder as ilusões sobre o que possa vir de Washington.
Escolhem amêndoas europeias, refrigerantes biológicos feitos em Portugal e comida de gato polaca. A resposta às políticas e às tarifas de Trump está a mudar o consumo.
O telefonema de Putin com Trump abriu a era dos EUA pró-Rússia. Quem ainda resistia terá baixado a guarda com a forma vergonhosa e inaceitável como Trump e J. D. Vance trataram Zelensky em plena Sala Oval. Habituem-se: com Trump 2.0, os EUA escolheram os autocratas e querem espezinhar a Europa.
Os EUA, ao optarem pelo regresso de Donald Trump, abdicaram da bússola moral e preferiram embarcar, sem rodeios, neste novo mundo de homens fortes e desprezo pela herança demoliberal.
"Temos que reconquistar uma Europa que é nossa, que nos pertence, e não temos medo de dizer: uma Europa cristã, porque é a Europa que construímos para nós e para as nossas crianças", defendeu no encontro dos Patriotas pela Europa, que decorre em Espanha.
No discurso de vitória, o candidato republicano prometeu ainda que vai reforçar as fronteiras no país.
Saiba o que prometem os candidatos à presidência dos EUA para o seu país, da economia ao clima.
Jake Tapper e Dana Bash foram ignorados pelos dois candidatos à presidência dos Estados Unidos ao longo de todo o debate. Mas os próprios fizeram de tudo para não se imporem.
Esta discussão é a consequência de a cultura ser o parente pobre da política. As artes são mal tratadas, até ao ponto em que o argumento que mais ouvi foi "78 mil euros por um logo?".