Gasóleo deverá descer 12 cêntimos e gasolina baixar 12,5 cêntimos na próxima semana
O preço médio do gasóleo simples deverá atingir 1,931 euros por litro, enquanto o da gasolina simples 95 deverá recuar para 1,855 euros por litro.
O preço médio do gasóleo simples deverá atingir 1,931 euros por litro, enquanto o da gasolina simples 95 deverá recuar para 1,855 euros por litro.
De acordo com a estimativa do Automóvel Club de Portugal.
Gasóleo deverá aumentar 9 cêntimos e a gasolina 3,5 cêntimos.
Pelas 10:20 em Lisboa, o preço do barril de Brent para entrega em setembro avançava 1,40% para 85,42 dólares.
Segundo a Automóvel Clube de Portugal (ACP), o gasóleo sobe 7 cêntimos por litro e a gasolina 2,5 cêntimos.
Gasóleo deve aumentar três cêntimos e a gasolina um cêntimo.
Preços dos combustíveis devem voltar a aliviar a partir de segunda-feira, acompanhando o recuo das cotações internacionais, após o anúncio de um memorando de entendimento entre o Irão e os Estados Unidos para pôr fim ao conflito no Médio Oriente.
Segundo as previsões da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis.
O Governo indicou esta sexta-feira as taxas de ISP que irão vigorar na próxima semana sobre os combustíveis em Portugal Continental.
Descontos são de 43,80 euros no gasóleo e de 42,18 euros na gasolina por 1000 litros.
ACP relembra que os valores baseiam-se em previsões e que ainda poderão ser alterados.
A possibilidade de deduzir o IVA não é idêntica para todas as despesas, havendo umas em relação às quais as empresas podem pedir a devolução do imposto pago e outras em relação às quais não há direito à dedução.
Ambos os combustíveis deverão ficar 2 cêntimos mais caros por litro.
O preço médio da gasolina simples 95 deverá situar-se nos €2,016 por litro a partir de segunda-feira, enquanto o gasóleo simples poderá atingir os €1,970 por litro.
A decisão surgiu poucos dias depois de o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, ter apelado à população para reduzir o consumo de gasolina e gasóleo.
Inflação nos produtos energéticos volta a explicar boa parte da subida dos preços no mês de abril. Leitura final do INE mostra que variação homóloga de 3,3% é a maior em quase dois anos.