Sábado – Pense por si

Década de 80 impulsiona negócio da nostalgia com música, filmes e colecionáveis
Rui Gustavo

Os loucos anos 80 e o negócio da nostalgia

Os adolescentes da década de 80 cresceram e já têm dinheiro para comprar o disco que sempre quiseram, o DVD dos desenhos animados preferidos ou a colecção de cromos que nunca chegaram a acabar. A nostalgia está a dar e rende milhões.

Cátia Silva tem 37 anos, é madrasta há quatro, com dois  enteados (de 6 e 11) e um filho (de 7) do anterior relacionamento
Raquel Lito

Árvore de família com ou sem madrastas?

Com o Dia da Mãe à porta, a 3 de maio, as questões ganham relevo: como lidar com os enteados, não sendo a má da fita, mas estabelecendo regras. Cinco mulheres contam à SÁBADO os desafios dos núcleos familiares recompostos, onde estão inseridas, e que aumentaram 17,9% numa década. Veja o vídeo.

Inês Moreira numa sessão de terapia, com Francisco, de 6 anos, na clínica Amamentos, em Lisboa
Sónia Bento

Miúdos que (quase) não comem

Alguns só aceitam sopa, outros preferem alimentos brancos e crocantes – e podem rejeitar todos os outros. A seletividade alimentar faz os pais evitarem férias e idas a restaurantes.

Markus Almeida

Sem rei, mas com Elroq

A SÁBADO experimentou o primeiro SUV compacto 100% elétrico da Skoda. Eis o Elroq 85, a partir de 43 mil euros.

Markus Almeida

O regresso do Renault 4L, agora elétrico

Inspirado no clássico 4L, o novo modelo compacto, versátil e 100% elétrico da Renault chega a Portugal em três versões e com preços a partir de 29.500 euros.

Raquel Lito

Violadas quebram silêncio

Andreia sofreu às mãos do violador de Telheiras, Cristina foi vítima do marido, Maria do namorado da irmã e Ana do padrasto. Numa altura em que se multiplicam notícias de casos, a SÁBADO recolhe quatro testemunhos de quem denuncia e tenta ultrapassar o trauma.

Nuno Tiago Pinto e Alexandre Azevedo, no Texas

A fronteira militarizada da América

A pequena localidade de Eagle Pass, no Texas, junto à fronteira com o México, foi um dos pontos quentes da crise migratória do fim de 2023, quando milhares de pessoas tentavam atravessar diariamente o rio Grande para entrar ilegalmente no país. O governo estadual respondeu com o envio de milhares de militares, a construção de barreiras no rio, a ocupação de território público e a colocação de milhares de quilómetros de arame farpado para impedir a “invasão” – que hoje não existe e que divide a população.

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