Terrorismos
Arquivos da violência política não devem servir para servir a agenda do Chega mas para fazer a história. E ela também está cheia de cadáveres no rasto da extrema-direita
Arquivos da violência política não devem servir para servir a agenda do Chega mas para fazer a história. E ela também está cheia de cadáveres no rasto da extrema-direita
Não foi nesse momento que o Estado Novo nasceu, mas esse foi o primeiro passo para a implantação desse regime fascista no nosso país.
Em discussão estará um projeto de lei do BE e dois projetos de resolução apresentados por Chega e Livre.
E ainda um estudo sobre um estudo sobre sexualidade, um podcast sobre as PF-25 e passatempos
[Em Projecto Global], as personagens têm a profundidade emocional de um pneu, com duas excepções: Rosa e Jaime. Com muito pouco, Jani Zhao e Rodrigo Tomás fazem muito. Um brinde aos actores.
E ainda a petição contra a rotunda de Otelo em Oeiras, o recrutamento de Alexandra Leitão em Bruxelas e os elogios de Galamba
Os adolescentes da década de 80 cresceram e já têm dinheiro para comprar o disco que sempre quiseram, o DVD dos desenhos animados preferidos ou a colecção de cromos que nunca chegaram a acabar. A nostalgia está a dar e rende milhões.
Para o professor catedrático José Miguel Sardica, o início da revolução começou em 1961 e foi concluída com a adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia, em 1986.
No novo filme de Ivo Ferreira, Jani Zhao integra o grupo revolucionário que formará as FP 25, responsável por assaltos a bancos e atentados bombistas na década de 80 em Portugal.
A tentativa de esvaziar o Tribunal de Contas e entidades da transparência e contas partidárias é um grave atentado à qualidade da democracia.
Ivo Ferreira quis fazer um filme com "espaço para a ambivalência moral", mas pisar a linha do território neutro quando se retrata violência contra civis apouca o filme, que chega dia 23 às salas.
Se alguém publicasse um livro, uma peça de teatro, com esta formulação, seria imediatamente acusado de incitamento ao ódio. Já a inversão, “matar fascistas”, encontra, demasiadas vezes, complacência cultural.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
João Araújo, Pedro Dellile, Proença de Carvalho e Miguel Prata Roque foram todos representantes do antigo primeiro-ministro.
Tinha 86 anos e estava internado nos cuidados paliativos de um hospital privado. Chegou a ser condenado a 17 anos de prisão pelo envolvimento na organizaçã terrorista.
Ex-primeiro-ministro não esteve presente na sessão que estipulou a data para o arranque do julgamento.