Sábado – Pense por si

A febre das corridas e caminhadas
Luísa Oliveira

A febre das corridas e caminhadas

Na semana em que os peregrinos chegam a Fátima, muitos deles a pé, publicamos um artigo em que se dá conta do aumento de programas e viagens de caminhadas e de clubes de corrida. Praticar estas atividades em grupo passou a ser um novo foco de socialização e até de encontros amorosos. Calcemos uns ténis, que é quanto basta, para conhecermos esta realidade ao ar livre

Os cartazes nas fachadas são uma fonte de rendimento, por vezes importante, para os prédios que ocupam
Íris Fernandes

A fachada do seu prédio pode render dinheiro

Desde o aluguer do hall para produções de cinema à instalação de painéis publicitários ou antenas, rentabilizar o seu imóvel é mais fácil do que parece. E os valores podem chegar aos 70 mil euros por ano. É tudo uma questão de localização e tráfego.

Novos métodos para tratar a dor crónica, abordados na revista Sábado
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar a dor

Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.

Cátia Silva tem 37 anos, é madrasta há quatro, com dois  enteados (de 6 e 11) e um filho (de 7) do anterior relacionamento
Raquel Lito

Árvore de família com ou sem madrastas?

Com o Dia da Mãe à porta, a 3 de maio, as questões ganham relevo: como lidar com os enteados, não sendo a má da fita, mas estabelecendo regras. Cinco mulheres contam à SÁBADO os desafios dos núcleos familiares recompostos, onde estão inseridas, e que aumentaram 17,9% numa década. Veja o vídeo.

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Destaque capa
Ana Taborda

Negócios: como as grandes famílias preparam os herdeiros

Os Mello fizeram uma revisão do protocolo com a quinta geração, Paula Amorim tem o filho mais velho a trabalhar com ela na Amorim Luxury, a ZU é liderada por um neto de Belmiro de Azevedo. Todos trabalharam fora primeiro, e a maioria teve experiências internacionais

José Maria  Ricciardi morreu no dia 24 de março, por volta das 23h. Tinha  71 anos
Ana Taborda

Ricciardi: a vida do banqueiro que dançava samba e colecionava canários

Foi procurar um médico nos EUA, fez tratamentos na Fundação Champalimaud, e enquanto a doença permitiu continuou a trabalhar, a caçar e a ver jogos do Sporting. Já doente, marcou reuniões para refundar um banco com a marca Espírito Santo. Tinha 6 anos quando decidiu ser banqueiro - e já não mudou de ideias. Como nunca desistiu de casar com uma mulher que tinha três filhos.

António Lobo Antunes na infância, no bairro de Benfica, com um avião de brincar
Diogo Barreto

António Lobo Antunes. O principezinho de Benfica

Foi uma criança precoce e altamente mimada pela família, mas rebelde. Era admirado pelos irmãos e popular entre os colegas de escola. Fumava às escondidas e odiava comer (principalmente sopa).

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