Uma tragédia brasileira II: O Areópago ateniense verde e amarelo
Legiões de devotos que tudo desculpam e justificam, não obstante as evidentes tropelias à legalidade, e às vidas sumptuosas que gozam, sem justificativo plausível.
Legiões de devotos que tudo desculpam e justificam, não obstante as evidentes tropelias à legalidade, e às vidas sumptuosas que gozam, sem justificativo plausível.
O PS e o Livre já referiram que querem que tanto o ministro da Adminsitração Interna como o ex-secretário-geral sejam ouvidos no Parlamento para esclarecer o sucedido. Desde que foi demitido que Carrilho tem dado várias entrevistas onde acusa Luís Neves de o pressionar a tomar decisões ilegais.
Cerca de 135 mil eleitores estão habilitados a votar este domingo, em Portugal.
O populismo só nos oferece isto: uma escolha entre diferentes variantes de aldrabões.
Misturar agenda governamental com agenda partidária é coisa de caciques, não de estadistas.
Luís Neves defendeu a sua honra. A das instituições é mais difícil de defender.
Ministro entrou em contradição com declarações passadas e apresentou versões estranhas de alguns factos
As pessoas estão a ser empurradas para um quotidiano infeliz, pobre de saber, barato mas medíocre, com muita distração sem satisfação, em que uma identidade sem identidade disfarça-se de agressividade para criar fronteiras do ser, que são pouco mais do que papel pintado, buzinadelas, gritos guturais, violência doméstica e machismo nos cafés reais e nos cafés das redes sociais.
Competição, que pela primeira vez contou com 48 seleções, terminou este domingo não sem alguns episódios controversos.
Relação próxima dos dois líderes tem colocado em causa a neutralidade política da FIFA.
A história regressa a Vice City, no estado de Leonida, a 19 de novembro deste ano. Jason Duval e Lucia Caminos são os dois protagonistas do jogo que entra em pré-reserva esta quinta, 25.
Desde autarquias, passando por sedes partidárias e a governos, há cada vez mais operações de buscas em centros de decisão política, com particular enfoque em autarquias. Mas os processos continuam a arrastar-se na justiça.
O mais relevante, porém, não é apenas o caso concreto. O mais relevante é a sensação de repetição. Porque Portugal já viu este filme, e viu-o precisamente em Lisboa.
Se continuarmos neste ritmo, qualquer dia descobre-se em Lisboa as ceroulas da dona Carlota Joaquina, recuperada da escala que o D. João VI fez na Madeira quando se “pisgou” para o Brasil e algum burocrata iluminado decide pedir de volta metade do Jardim Municipal.
Muitos académicos passam anos a publicar, ensinar, orientar estudantes, participar em projetos e construir percursos científicos respeitáveis. Depois candidatam-se a concursos públicos e descobrem que o seu trabalho pode ser descartado não pelo mérito, mas por uma vírgula administrativa. É difícil imaginar maior desprezo pelo esforço académico.
Donald Trump garantiu que não pediu “qualquer favor” ao presidente chinês Xi Jinping em relação ao conflito com o Irão, apesar das pressões internacionais para que Pequim ajude nas negociações e na crise no estreito de Ormuz.