Caso Balogun reaviva a "trumpificação" da FIFA: Infantino e Trump são amigos de longa data
Relação próxima dos dois líderes tem colocado em causa a neutralidade política da FIFA.
Relação próxima dos dois líderes tem colocado em causa a neutralidade política da FIFA.
A história regressa a Vice City, no estado de Leonida, a 19 de novembro deste ano. Jason Duval e Lucia Caminos são os dois protagonistas do jogo que entra em pré-reserva esta quinta, 25.
Desde autarquias, passando por sedes partidárias e a governos, há cada vez mais operações de buscas em centros de decisão política, com particular enfoque em autarquias. Mas os processos continuam a arrastar-se na justiça.
O mais relevante, porém, não é apenas o caso concreto. O mais relevante é a sensação de repetição. Porque Portugal já viu este filme, e viu-o precisamente em Lisboa.
Se continuarmos neste ritmo, qualquer dia descobre-se em Lisboa as ceroulas da dona Carlota Joaquina, recuperada da escala que o D. João VI fez na Madeira quando se “pisgou” para o Brasil e algum burocrata iluminado decide pedir de volta metade do Jardim Municipal.
Muitos académicos passam anos a publicar, ensinar, orientar estudantes, participar em projetos e construir percursos científicos respeitáveis. Depois candidatam-se a concursos públicos e descobrem que o seu trabalho pode ser descartado não pelo mérito, mas por uma vírgula administrativa. É difícil imaginar maior desprezo pelo esforço académico.
Donald Trump garantiu que não pediu “qualquer favor” ao presidente chinês Xi Jinping em relação ao conflito com o Irão, apesar das pressões internacionais para que Pequim ajude nas negociações e na crise no estreito de Ormuz.
Passos Coelho tem razão nas suas críticas a Montenegro. E mau currículo na mesma matéria.
O antigo autarca de Gaia foi condenado por vários crimes económicos, incluindo corrupção e branqueamento, à pena única de oito anos e seis meses de prisão, ficando ainda proibido de exercer cargos públicos durante oito anos.
Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.
Netanyahu solicitou formalmente um indulto ao Presidente israelita, Isaac Herzog, a 30 de novembro do ano passado.
Viktor Orbán criou uma oligarquia ultra-rica que inclui o amigo de infância, o genro, o pai e vário protegidos, alimentada por favores do estado. Essas ligações e os indícios de corrupção são o seu calcanhar de Aquiles nas eleições que se avizinham.
Com os arquivos do caso Epstein à solta, cresceu o apetite em saber mais sobre o assunto. E, com isso, dois documentários do catálogo da Netflix regressaram aos tops. O que nos dizem?
O escândalo Epstein não se limita, portanto, à esfera moral. É também a expressão de uma falha estrutural.
As fontes integrantes do indicador composto do CPI não só não medem todos os fatores ou riscos corruptivos do “setor público”, incluindo administrativo, como integra fatores e riscos corruptivos que respeitam ao sistema e governação política e económico.
O ministro da Agricultura quer uma Administração Pública pronta a fazer favores. Grande novidade.