Quando os anúncios viram micronovelas
São episódios de poucos minutos, com enredos humorísticos e atores de nome firmado. Além de nos roubarem sorrisos, anunciam marcas ou produtos.
São episódios de poucos minutos, com enredos humorísticos e atores de nome firmado. Além de nos roubarem sorrisos, anunciam marcas ou produtos.
É pedido às pessoas que corrijam uma suposta divergência na declaração.
No novo disco, sucessor do álbum que os projetou no "mainstream", os britânicos evitam passos em falso, mantêm o charme e dão-nos uma dezena de canções para dançar (também em outubro, na MEO Arena).
Antes da fama, Georgina Rodríguez era uma jovem argentina que se mudou para Espanha em busca de uma carreira ligada à moda. Agora, a empresária e influenciadora tornou-se oficialmente mulher de Cristiano Ronaldo, numa cerimónia secreta realizada em Cascais.
Suvicha Salaibatr, proprietário do bar-restaurante Rong Beer Na Lat Phrao, figura entre as dezenas de pessoas hospitalizadas após as chamas terem devastado, a 12 de julho, o popular estabelecimento no norte da capital tailandesa.
Curiosos acabaram por testemunhar o casamento de Nicole e Fábio.
De acordo com a PJ, a "maior parte das situações" é comunicada pelas escolas e, por norma, "são referentes à criação destes conteúdos por outros adolescentes, na faixa etária dos 12 aos 16 anos".
A Lusa lançou em junho de 2025 o serviço Lusa Verifica, que produziu, num ano, 80 ‘fact-checks’. Agora ganha um site próprio.
O discurso do ódio existe, é perigoso e pernicioso, e, infelizmente, a coberto de um pretenso “exercício da liberdade de expressão” está cada vez mais forte.
Em "Caetana, a Portuguese Girlie", novo filme da Prime Video sobre a influencer portuguesa, há pouco mais conteúdo narrativo do que numa "story" de Instagram. Tudo parece uma encenação.
SDR Portugal rejeita críticas e garante que o documento "contém um conjunto significativo de erros factuais e interpretações incorretas sobre os objetivos, o financiamento, a gestão e a fiscalização do Sistema de Depósito e Reembolso".
Um jovem de 24 anos que dizia ser espião para a Rússia virou a Justiça de pernas para o ar. Houve ações encobertas falhadas. Um inspetor da PJ matou um dos seus cães com a arma de serviço. Outro foi apontado como informador. E o motorista do comandante da PSP de Lisboa foi apanhado a perseguir uma coluna móvel da Judiciária.
O primeiro modelo de inteligência artificial português já está disponível. A SÁBADO testou-o, mas a IA portou-se mal: errou, inventou factos e nomes, alterou a História de Portugal, criou disparates e perfeitas alucinações. Divertido? Sim, mas um embaraço.
Os vídeos no Tiktok têm o poder de provocar uma corrida ao queijo cottage nos EUA, de esgotar os pepinos na Islândia ou fazer desaparecer as bolachas Biscoff dos supermercados nacionais. Afinal, qual é a receita que está na base deste frenesim?
Tudo empancou e a verificação de segurança de que a prova e a nota são mesmo do aluno X vai acabar no armazém. Tudo isto mostra uma coisa que o deslumbramento tecnológico esconde, com enormes estragos, a de que há certas coisas que são melhores, mais eficazes se feitas de forma analógica e outras de forma digital, e a sabedoria está em perceber essa diferença.
A Polícia de Segurança Pública chama a atenção para um "esquema sofisticado" que nos últimos tempos tem feito muitas vítimas. Tudo começa com uma suposta ligação do banco, com uma "urgência que parece real", mas cujo único objetivo é roubar dinheiro.