Do ecrã para o tablet: Qual é o destino da telenovela?
Hoje, a telenovela depende cada vez mais do uso de novas ferramentas para se manter relevante. Vale a pergunta: qual o futuro deste género e será remotamente semelhante ao passado?
Hoje, a telenovela depende cada vez mais do uso de novas ferramentas para se manter relevante. Vale a pergunta: qual o futuro deste género e será remotamente semelhante ao passado?
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Tão intelectual quanto pop-star, foi um dos eixos da revolução cultural portuguesa do pós-25 de Abril. Cientista e escritora, foi-se afastando gradualmente da vida pública, mas a marca não desapareceu. Morreu em Estremoz, aos 65 anos
Um empresário agrícola que ofereceu a primeira guitarra a Amália Rodrigues, o militar inglês que perdeu o braço na II Guerra, o parente excêntrico que subia o Chiado de marcha atrás num Rolls-Royce e uma das famílias mais ricas do País. Estes são os descendentes de Arnaldo João.
Aos 10 anos, aprendeu com Marceneiro, Amália e Carlos do Carmo e hoje é uma das melhores vozes do fado. Lança agora um novo disco. Fala da família, dos filhos, e confessa que ainda hoje está num grupo de recuperação dos excessos de drogas e álcool.
O Bairro da Avenida de Berlim, o Bairro Quinta dos Ourives e o Bairro da Boavista vão receber a intervenção da Gebalis, com impacto positivo para 1005 moradores.
Pelo País não faltam planos para sair de casa e aproveitar. Concertos em Lisboa, cinema em Gondomar, menus especiais no Porto e exposições em Aveiro, basta escolher.
Cantou outras coisas, mas nunca deixou de ser fadista. Passeámos com ele pela Lisboa de Carlos do Carmo, o "mestre" que homenageia num disco novo. Eis o rapaz que tinha o sonho de ser cantor.
A fadista, uma das juradas e mentoras do concurso infantil da RTP The Voice Kids, conta como descobriu o fado e a dificuldade de se assumir como cantora. Já cantou em 53 países e tem álbuns preparados para sair até 2026.
“Polícia infinito”, Teófilo Santiago esteve ligado à investigação de importantes operações policiais, do Apito Dourado ao Face Oculta. As suas memórias, que deram origem a um livro, fazem a capa da SÁBADO. E ainda: o filósofo que não sabia atravessar a estrada; à procura de fotos num cemitério; viagem pela Lisboa fadista de Carlos do Carmo.
Começou como bailarina e saiu de Portugal antes do 25 de Abril porque lhe “faltava o ar”. Quando voltou, mentiu ao senhorio para conseguir casa, foi vítima de assédio, tornou-se atriz e despiu-se para uma revista. Está a fazer 80 anos e diz que plásticas nem pensar.
Os Symington, donos de 27 quintas no Douro, têm um antepassado que esteve na Guerra com Winston Churchill. Disputam a liderança com empresas como a Fladgate, com um espião na história das suas marcas. A lendária Ferreira, comprada pela Sogrape a 130 primos, foi fundada por Dona Antónia – os seus dois filhos acumularam tantos luxos que faliram ambos.
"Não me chame condessa que me põe tensa!": A frase foi lançada no primeiro programa de Herman José, O Tal Canal, que faz agora 40 anos e que marcou uma geração.
Tem 64 anos e há mais de 40 que faz novelas sem parar. Esteve para ser médico, andou no Colégio Militar e nunca quis experimentar drogas depois de ter encontrado o irmão com uma overdose. Diz que tem ideias de direita e de esquerda e que André Ventura “é só um demagogo”.
Qual é o segredo (ou segredos) dos melhores alunos, daqueles que entram com 20 na universidade? Foi isso que fomos descobrir. E ainda: o novo livro de Nuno Rogeiro sobre a guerra na Ucrânia; entrevistas com os atores Diogo Infante e Luís Esparteiro.
O neto é um influencer em ascensão, com 700 mil seguidores. Para ser inovador e mostrar reconhecimento a quem o criou, decidiu presentear Esmeralda, de 86 anos. A SÁBADO acompanhou três experiências – e muitas risadas. Veja o vídeo.