Presidenciais: O sprint final das assinaturas
A uma semana do deadline para entrega de assinaturas no Tribunal Constitucional, há ainda candidatos a recolhê-las, a contá-las ou a tratar de burocracia.
A uma semana do deadline para entrega de assinaturas no Tribunal Constitucional, há ainda candidatos a recolhê-las, a contá-las ou a tratar de burocracia.
Além da cabeça de lista, estão dois nomes do Livre, um do PAN e um do Bloco. Maria Begonha, que falhou eleição para deputada, está em 10º. Sérgio Cintra é o n.º 2. Para a assembleia municipal, avançam André Moz Caldas e Miguel Coelho (atual presidente em Santa Maria Maior).
Chama-se Rui Valente, é chefe de divisão na câmara de Lisboa numa posição fulcral e foi acusado de quatro crimes (dois de corrupção). Executivo diz que se mantém em funções e está a avaliar a situação.
Uma semana depois da saída da acusação do Ministério Público, eles não estão dispostos (para já) a renunciar.
O plano do Chega para conquistar autarquias nas próximas eleições passa por escolher nomes sonantes do grupo parlamentar. Na região algarvia, onde o Chega foi o partido mais votado, o deputado Rui Cristina é o apontado para Albufeira e Pedro Pinto para Faro.
Das nove direções de Unidades Locais de Saúde nomeadas por este Executivo, mais de metade são formadas por antigos vereadores, deputados municipais e militantes. Governo não justifica escolha.
Em 27 de novembro, numa reunião pública do executivo, Carlos Moedas decidiu adiar a votação das propostas agendadas para a sessão, após o alerta do PS sobre uma eventual ilegalidade quanto à substituição da vereadora Joana Oliveira Costa por um membro das listas do PSD.
Reuniu-se com IL, PAN e Volt, sondou até o Livre e motivou a criação de uma associação que pediu sondagens. Falta saber se há dinheiro e estrutura.
A autarquia recusou mostrar à SÁBADO as faturas dos almoços dos membros do executivo, para que a revista pudesse escrutinar quem estava presente e o que se gastou. Perdeu a primeira ação em tribunal, recorreu e voltou a perder. Os documentos mostram como durante 10 anos o vice-presidente, hoje ministro das Infraestruturas e Habitação, faturou à autarquia dezenas de refeições com personalidades ligadas ao PSD numa altura em que foi dirigente e candidato à liderança do partido.
Em 2022, a câmara de Santa Maria da Feira, liderada por Emídio Sousa, pagou 200 mil euros por um terreno que valia apenas 80 mil. Polícia Judiciária fez buscas na autarquia em junho. Atual governante diz à SÁBADO que atuou com “transparência e legalidade”. Autarquia esclarece que preferiu dar pelo terreno o "preço justo".
Nova vereadora de Carlos Moedas, uma estudante de 22 anos, foi contratar à Juventude Popular e à Concelhia de Lisboa. As avenças valem €3.752,50 por mês. CDS dividido em duas fações na CML.
Tribunal da Relação de Lisboa dá razão ao presidente da Câmara de Oeiras e anula a acusação do Ministério Público que queria ver Isaltino Morais julgado pelo crime de prevaricação. O relator da decisão foi o juiz que o autarca já acusou noutro processo de não ser isento.
Ex-vereador Diogo Moura só podia ser substituído por alguém do CDS. Houve negas e ficou Joana Oliveira e Costa, a 5.ª na lista de suplentes. Por ser tão jovem e inexperiente, não deverá herdar os mesmos pelouros.
Depois de Isaltino Morais em Oeiras, estas são as contas de dez anos do autarca do PS de Sintra. Faturas mostram menos opulência (embora haja ostras, lagosta, champanhe e vodka), mas a mesma falta de informação sobre o motivo das refeições e quem esteve à mesa.
Lista prévia feita pela vereadora Monica Benicio inclui busto do padre António Vieira, do Marechal Luís Alves de Lima e Silva, do Duque de Caxias e do patrono do exército brasileiro.
Decisão afeta também os ex-autarcas Susana Amador e Ministro dos Santos. Magistrada deixa críticas à atuação do MP.