Direção do PSD propõe diretas a 30 maio e congresso a 20 e 21 de junho
As datas propostas pela direção vão ser votadas num Conselho Nacional que se irá realizar em 8 de abril.
As datas propostas pela direção vão ser votadas num Conselho Nacional que se irá realizar em 8 de abril.
Luís Montenegro foi líder parlamentar enquanto Passos Coelho era primeiro-ministro, nessa altura - e nos anos seguintes - foram bastante próximos, mas o afastamento público tem sido cada vez mais visível.
Marco António Amaro era o oitavo representante do ex-primeiro-ministro no caso da Operação Marquês.
Passos Coelho tem criticado abertamente a atuação do atual executivo. Montenegro deixou um desafio aberto para quem quiser liderar o PSD.
O ex-primeiro-ministro recomenda ao atual que se "distraia pouco" e sublinhou que vai continuar a dar a sua opinião.
Em várias passagens da sua intervenção, Montenegro defendeu que o partido "não podia ter dúvidas" sobre o "caminho reformista" do atual Governo, ainda que aceite todos os "incentivos à mudança", uma das expressões utilizadas precisamente pelo antigo líder do PSD.
Choque político com o comportamento de José Sócrates? Não se vê. Poder e oposição, partidos em geral e protagonistas em particular não têm um discurso, uma posição, sobre o mais extraordinário caso judicial deste século em Portugal.
O governo parece preso num “pântano”, sem iniciativa política e a reboque dos acontecimentos. Como se tivesse sumido a tensão inicial ou tivessem, simplesmente, esgotado as ideias que tinham. De lá para cá, reduz-se à gestão corrente e nem nisso são bons.
“Não será ativista permanente”, nem pensa em táticas para regressar, mas não vai ficar calado face a um “governo à deriva”. Mesmo que o PSD não goste
Após declarações de José Sócrates à CNN, bastonário sublinha dever legal de nomeação de defensores, critica fatores de morosidade e admite que a dimensão do processo exige soluções estruturais próprias.
O líderdo PS recusou-se a comentar as recentes críticas do ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho ao Governo da AD.
O filho mais velho do último xá do Irão vive há mais de 50 anos dos Estados Unidos e já elogiou várias vezes Donald Trump.
O ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho criticou esta terça-feira, durante uma conferência em Leça da Palmeira, a escolha de Luís Neves para o cargo de ministro da Administração Interna. O antigo governante sublinha que esta escolha abre precedentes que considera graves e coloca em causa a separação de poderes. "Não se pode passar, penso eu, de diretor da Polícia Judiciária para ministro da Administração Interna. (...) Não é um bom sinal que se dá", disse.
O ex-primeiro-ministro espanhol terá de explicar no Senado os pagamentos recebidos através do presidente da companhia aérea Plus Ultra, detido em dezembro por suspeitas de branqueamento de capital.
Sara Leitão Moreira diz que não teve tempo para conhecer o processo.
Os adultos de hoje não querem que os filhos andem lá fora, na tarefa arriscada de serem crianças. Também não querem que andem cá dentro, na Internet – o que implicaria vigilância