Como Centeno se está a movimentar nos bastidores
Gostava de ser primeiro-ministro – e no PS há um grupo de influentes disponível para lhe abrir o caminho. Voltou ao espaço mediático em força à espera de uma oportunidade.
Gostava de ser primeiro-ministro – e no PS há um grupo de influentes disponível para lhe abrir o caminho. Voltou ao espaço mediático em força à espera de uma oportunidade.
Medina abriu consultora financeira depois de ser ministro das Finanças. Galamba é consultor de Energia depois de tutelar a pasta. Cordeiro faz o mesmo no Ambiente e tem como sócio deputado do PS que está na comissão do Ambiente (e que nega estar a fazer lobbying).
Costa e Seguro estão fora da política interna, mas têm discípulos a passar a sua mensagem. Os seguidores de Pedro Nuno ainda mexem e Duarte Cordeiro terá o futuro que quiser.
Luís Vargas tem 48 anos e é designer. Assumidamente de esquerda, há mais de dez anos que faz vídeos e montagens que visam os políticos de direita. Luís Montenegro não gostou de um post e anunciou processo.
Governador do banco central da Croácia, Boris Vujcic, será o número dois de Christine Lagarde, com o leste europeu a ganhar assim um lugar na comissão executiva da autoridade monetária do euro.
Miranda Sarmento considera que, ainda assim, há que ter "alguma esperança".
Ministro das Finanças assegura que falou com todos os colegas - com exceção daqueles que têm candidatos - para influenciar a decisão do Eurogrupo.
Luis de Guindos, o atual 'vice', termina o mandato no final de maio.
O Eurogrupo reune a 19 de Janeiro a pode tomar a decisão final nesse mesmo dia.
Mário Centeno já disse estar disponível.
Ex-governador do Banco de Portugal tem sido apontado ao cargo de vice-presidente do BCE.
Na audição na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, no âmbito de um requerimento apresentado pelo PS, o ex-governador foi questionado sobre a possível compra de uma participação no Novo Banco pela CGD.
O antigo primeiro-ministro está em tribunal no âmbito do processo BES. Explicou como Ricardo Salgado lhe pediu ajuda para influenciar o Banco de Portugal e de como se negou a pedir ao banco público que financiasse o GES.
Sócrates tem a nata do seu lado a disparar contra o poder legal e constitucional de investigar o poder político. Mas, sobretudo, também ganhou a cumplicidade de quem não exige sequer saber porque é que passados dez anos ainda não foi julgado.
Os ex-presidentes do parlamento Augusto Santos Silva, Ferro Rodrigues e Mota Amaral e o ex-governador do Banco de Portugal Vitor Constâncio e a juíza-conselheira Teresa Pizarro Beleza são alguns dos subscritores.
Conheceu Lacerda Machado em Macau, foi advogado do primeiro-ministro na ação contra o ex-governador do Banco de Portugal e de Luís Filipe Vieira e assessor para Jorge Sampaio na Presidência.