Cotrim processa acusadora
A queixa-crime de Cotrim contra a acusadora, a herança de Ricciardi e uma discordância entre médicos são as manchetes desta terça-feira.
A queixa-crime de Cotrim contra a acusadora, a herança de Ricciardi e uma discordância entre médicos são as manchetes desta terça-feira.
Queixa-crime por difamação - após as alegações de assédio que marcaram a campanha das presidenciais - deu origem a inquérito que está sob segredo de justiça. Tanto o euro deputado como a ex-assessora dos liberais são representados por firmas de topo.
Há novos casos de assessores e adjuntos que são casados com governantes, deputados e até administradores hospitalares. E há cunhados e militantes sem experiência, que antes trabalhavam em campos de padel e agências de viagens.
A IL assumiu que, em toda a sua história, recebeu duas queixas, tendo a primeira dela dado origem a um processo formal que seguiu todos os trâmites, tanto legais como internos, tendo sido arquivado.
Vistos de perto, os casos de assédio envolvendo Boaventura Sousa Santos e Cotrim Figueiredo têm tudo em comum.
A IL "não vai apoiar nenhum candidato" na segunda volta e não fará campanha "na medida em que o seu espaço político, reformista, do centro-direita, não é representado por nenhum deles".
Esclarecimento acontece após uma ex-assessora do partido ter garantido que apresentou queixa contra alegado assédio sexual que sofreu dp candidato presidencial, em 2023.
Maria Faustino estava a apresentar um livro quando Inês Bichão lhe disse que foi alvo de assédio sexual por parte de alguém de influência da IL. À SÁBADO a psicóloga recorda esse momento.
Rocha indicou que as acusações contra Cotrim ocorreram no período em que liderou o partido, pelo que sentiu necessidade de fazer uma declaração pública sobre o caso.
Candidato diz que não tem "nada a esconder".
O candidato presidencial, em declarações aos jornalistas, voltou a referir que não tinha conhecimento da queixa de assédio sexual, depois da acusação da ex-assessora Inês Bichão e garante que vai apresentar uma queixa-crime esta quinta-feira.
As únicas presidenciais da democracia portuguesa que obrigaram a uma segunda volta realizaram-se em 1986, entre Freitas do Amaral e Mário Soares, dividindo então o país entre esquerda e direita.
A Iniciativa Liberal reagiu ao comunicado de Inês Bichão, ex-assessora do grupo parlamentar da IL que afirmou ter reportado João Cotrim Figueiredo por alegado assédio sexual em "em sede interna no decurso de 2023", à data Mariana Leitão chefe de gabinete.
Ex-assessora do grupo parlamentar da IL explica que publicação sobre alegado assédio sexual visando o candidato às presidenciais foi difundida sem o seu consentimento.
No assédio, para qualquer denunciado, presunção de inocência. Para qualquer denunciante, certeza de culpa.