Indiscretos: mais uma saída de uma adjunta num gabinete em brasa
E ainda o turboadjunto do secretário de Estado, os €67.900 que o Governo gastou numa formação de liderança e a nomeação de um assessor "fantasma"
E ainda o turboadjunto do secretário de Estado, os €67.900 que o Governo gastou numa formação de liderança e a nomeação de um assessor "fantasma"
A companhia, fundada em 1977, inicia em outubro a temporada 2026/2027 com "Desassossego", programa de criações de Daniel Cardoso e Marcelino Sambé inspiradas no "Livro do Desassossego", de Pessoa.
E ainda a saída de Nuno Coblanco da Secretaria de Estado da Cultura, bem como os arguidos da Madeira que faturam milhões.
E ainda o polo de José Manule Pureza, a velha maneira de fazer política de Leitão Amaro e a compras do Estado de €79.950 em cabides e casacos
A sua newsletter de terça-feira
Alberto Santos foi à Argentina promover o seu livro e aproveitou para fazer alguns atos oficiais. Até o embaixador ajudou.
História de uma guerra que envolveu o diretor-geral da BNP, falecido recentemente, o comissário-geral para as comemorações dos 500 anos de Camões e vários governantes
Jorge Palma apelou a que não se deixe que o 25 de Abril "se torne uma memória distante, uma imagem a desvanecer-se lá longe".
José Luís Tinoco nasceu em Leiria, em 27 de dezembro de 1932, o pai era reitor do liceu, diretor do Círculo de Cultura Musical e do Museu da Cidade; a mãe, Maria Carlota Tinoco, pianista, pedagoga, concertista.
A próxima biografia da SÁBADO sai a 22 de abril e conta a vida da poeta, editora, política e empresária. Foi livre como poucas mulheres do seu tempo, sedutora e desafiadora da sociedade que a tentava reduzir.
Foi um local de oração e residência dos reis mais devotos. Pertenceu ao duque de Saldanha e a vários capitalistas até se tornar num dos resorts mais luxuosos do país. Agora voltou mudar de donos
A possibilidade de Saramago deixar de ser obrigatório no 12º ano criou uma polémica que, por via indireta, puxou Mário de Carvalho para a discussão pública. Autor disse estar reconhecido e rejeita comparações com o Nobel.
Editor foi também jornalista e secretário de Estado da Cultura no primeiro Governo PSD/CDS liderado por Pedro Passos Coelho.
Esta direita radical participa no processo eleitoral, embora tente sempre diminuir o eleitorado que não lhe é favorável, como acontece com a tentativa de Trump de dificultar o acesso às urnas das zonas onde, por exemplo, há maiorias negras que lhe são hostis.
Alberto Santos salientou que "é um legado que se perde hoje com a sua partida, mas por outro lado também [há] que olhar para aquilo que ele deixou, nomeadamente para todo o seu edifício literário".
E ainda o estranho caso da fotógrafa do CDS-PP e os secretários de Estado que continuam a pedir ajuda para a renda