O luxo dos filhos do regime do Irão no Ocidente
Enquanto o círculo do poder de Teerão impõe a vontade do supremo líder, familiares da elite iraniana moram no Ocidente — e há quem viva com ostentação.
Enquanto o círculo do poder de Teerão impõe a vontade do supremo líder, familiares da elite iraniana moram no Ocidente — e há quem viva com ostentação.
O príncipe herdeiro, que não visita o Irão desde a revolução de 1979 que derrubou a monarquia, lidera um dos vários movimentos de oposição a partir do estrangeiro e apresenta-se como uma alternativa caso o regime iraniano caia.
Depois de mais de uma década de nomeações sem vitória, o realizador venceu finalmente os Óscares com "Batalha Atrás de Batalha": Melhor Filme, Realização, Argumento e Montagem.
Bruce Dickinson já foi piloto, escritor, empresário e esgrimista. Atualmente dá também palestras sobre inteligência artificial a convite da Microsoft. Fomos ouvi-lo.
O velório do autor de “Crónica dos Bons Malandros” tem início no sábado, às 17h, na Basílica Estrela, onde é celebrada missa às 20h.
O escritor e jornalista morreu aos 90 anos. Era sócio do clube desde 1959.
Filho mais novo do presidente dos EUA é o alvo de uma campanha que apela ao seu alistamento na guerra, onde já morreram seis soldados americanos. Com 2 metros e apenas 19 anos, é um protegido de Melania e a sua fortuna ronda os 150 milhões.
Em nota oficial, António José Seguro lembra a "marca muito própria" deixada pelo jornalista e escritor, os "vários êxitos com a sua escrita" e o "sentido de humor marcante".
Escritor, jornalista e comunicador. Morreu o homem do sorriso constante e do humor inteligente. Com um estilo incisivo e direto, revolucionou a imprensa, a rádio e a televisão em Portugal.
Numa edição especial que publicámos em 2012, a propósito do 25 de Abril, em que recriámos a vida em Portugal na década da revolução, Mário Zambujal aceitou participar numa bem-humorada fotonovela em que vestiu o papel de diretor da nossa revista. O jornalista e escritor morreu esta quinta-feira, aos 90 anos (Fotos Jorge Jacinto/SÁBADO)
Escritor ficou conhecido pelo seu livro "Crónicas dos Bons Malandros". No jornalismo, colaborou com a RTP, o Record ou A Bola e participou ainda em programas de rádio.
Quase isolado do meio literário onde foi a grande estrela das últimas décadas, fazia vida junto do povo e dos amigos. Escreveu até ao fim, como forma de se agarrar à vida
Mas há pessoas que deixam saudades para a eternidade. O António é um deles. E não há maneira de tapar este buraco que agora se abriu. O António vai ficar por aqui, pela minha memória, “até que as pedras se tornem mais leves do que água”.
Para além dos livros, dos extraordinários livros que deixa, e das suas crónicas, António Lobo Antunes deixa também um fogo, um estilo, uma espécie de chama contínua que queima de forma benigna as diferentes cabeças dos leitores e dos escritores.
A experiência que mais marcou a sua vida e escrita foram os três anos que passou na guerra em África. Estava lá quando nasceu a filha mais velha e foi ali que a segunda filha foi concebida. Ali conheceu os melhores dos jovens, mas também o pior da humanidade.