As razões vão além do inglês
Vantagens oferecidas levam famílias a apostar nas escolas internacionais.
Vantagens oferecidas levam famílias a apostar nas escolas internacionais.
Aumento de famílias estrangeiras, mudança de mentalidade dos portugueses e o dinheiro justificam o crescimento dos colégios internacionais.
Não faltam mordomias: piscinas aquecidas, spas, segurança 24 horas. As mensalidades dos condomínios disparam na mesma medida, até aos €3.000, que poucos portugueses podem pagar. Brasileiros e norte-americanos dominam a procura. E há quem viva em antigos cinemas e sedes de jornais, convertidos em habitação de luxo com concierges.
Das 48 escolas internacionais no País, 18 abriram nos últimos cinco anos e há mais nove a caminho. A chegada de famílias estrangeiras alimenta a expansão, mas há procura nacional – mesmo com preços que facilmente chegam a 2 mil euros por mês.
Atrasar o envelhecimento pode parecer magia, mas é possível, e há cada vez mais maneiras e técnicas de o conseguir (até com o recurso a moléculas ou transfusões de sangue). E ainda: o escândalo com o alegado desfalque de 220 mil euros na agência dos famosos; o aumento das escolas internacionais
António viu os seus armazéns serem pilhados, Maria foi para África do Sul com os filhos no início das manifestações, Jaime manteve a família mais tempo em Lisboa depois do Natal. Os portugueses admitem as suas preocupações sobre a segurança e a economia moçambicana no futuro, mas não estão dispostos a sair a correr de um país onde gostam de viver - e onde têm negócios e, em alguns casos, raízes familiares.
Ministros de Montenegro ordenaram várias auditorias a serviços do Estado. Nuno Cunha Rolo refere que auditorias trazem quase sempre vantagens e Adelino Maltez diz que muitas são "marteladas".
Os salários são muito mais altos do que em Portugal e não há IRS – o que se ganha é o que cai na conta. A criminalidade é tão baixa que há quem deixe o carro aberto. Estão rodeados de luxo e são aliciados pelos bancos para comprarem um Porsche ou um Ferrari. Há 351 portugueses donos de imóveis no Dubai e há quem gaste 10 milhões de euros numa casa.
São sobretudo de Lisboa, dão preferência ao norte da Europa e cursam gestão, finanças e economia - eis o retrato dos jovens portugueses que vão estudar fora.
Casal bielorrusso encontrou em Lisboa uma cidade para "sarar as feridas" e estabelecer a sua Escola de Pensamento Arquitetónico, onde trabalha com crianças entre os 6 e os 15 anos.
Número de professores doutorados e contratados pela mesma instituição é ainda bastante elevado em Portugal - 68%. Nova SBE é a única escola do país abaixo dos 10% e o seu diretor acredita que isso está ligado ao sucesso da instituição.
País é visto pela comunidade como um bom destino "para criar um negócio de quintas com uma grande área para viverem os mais velhos".
Investem milhões na compra de hotéis e apartamentos de luxo. À mesa das negociações são rígidos, mas descontraem quando jogam golfe. A SÁBADO revela quem são e onde operam.
Ministro dos Negócios Estrangeiros admite que colocar o português como língua oficial das Nações Unidas ainda é objetivo e que "parte desse caminho está feito".
Seleção dos melhores 20 lugares para os americanos "viverem, investirem, se reformarem ou criarem novos projetos" inclui duas regiões portuguesas e a cidade minhota.
Programas voltados para a dimensão digital da CATÓLICA-LISBON têm registado elevada procura nos últimos anos. Outros cursos têm igual sucesso.