Próxima ronda de negociações da Ucrânia com Rússia e EUA será a 4 e 5 de fevereiro
Novas datas foram avançadas este domingo por Volodymyr Zelensky.
Novas datas foram avançadas este domingo por Volodymyr Zelensky.
Pelo menos duas pessoas morreram devido ao ataque a uma localidade da província de Donetsk (leste), parcialmente ocupada pelas forças russas.
As partes admitem retomar o diálogo nos próximos dias.
Este financiamento fornecerá novos veículos, sistemas de comunicação e capacidades de proteção contra 'drones', garantindo que as tropas britânicas estão prontas para o destacamento.
O palco da amplamente documentada tragédia foi reaberto no domingo com um concerto de gala no novo palco principal.
No domingo, o Trump anunciou que Rússia e Ucrânia concordaram negociar através de um grupo de trabalho, formado pelos seus principais colaboradores, para finalizar um acordo de paz "nas próximas semanas".
Não tereis, pois, paz na Ucrânia enquanto Putin e os seus fizerem valer a vontade de poder e a obsessão de império que consume a Rússia.
Zelensky afirmou que a versão mais recente do plano dos Estados Unidos para a Ucrânia prevê o congelamento das linhas da frente, mas não resolve a possível cedência de território à Rússia.
Putin reafirmou que os objetivos da “operação militar especial”, a designação oficial da invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022, se mantêm, numa altura em que decorrem negociações sobre um plano norte-americano para tentar acabar com a guerra.
As autoridades norte-americanas referiram que o governo está a planear apresentar um acordo de garantias de segurança ao Senado.
Presidente ucraniano admitiu um sufrágio nos “próximos 60 a 90 dias", mas o politólogo José Filipe Pinto considera o prazo demasiado ambicioso.
Negociações que decorreram na Flórida contaram com poucos avanços.
Em 21 de novembro, os russos tinham anunciado a captura de Tikhe e Vidradne, na região de Dnipropetrovsk.
Os Estados Unidos apresentaram há 10 dias um primeiro projeto de 28 pontos considerado muito favorável a Moscovo, redigido sem Kiev e os aliados europeus.
Com quem Ronaldo convive é um assunto dele e da família dele. Como seria, aliás, se o mesmo Ronaldo, seguindo os exemplos de Messi ou de Maradona, tivesse uma maior propensão para tomar chá com a Família Kirchner ou com Nicolás Maduro.
Autoria do documento de 28 pontos apresentado por Donald Trump gera dúvidas.