Ética, responsabilidade e anonimização na era da inteligência artificial generativa
A consciência de uma máquina, na medida em que esta a tem, é a consciência que nela colocarmos.
A consciência de uma máquina, na medida em que esta a tem, é a consciência que nela colocarmos.
Muito trabalho ainda há a fazer. O desconhecimento dos portugueses em matéria de literacia financeira permite muitas tropelias. Por exemplo, permitiu que o Governo baixasse de forma "excessiva" a retenção na fonte, causando os reembolsos de IRS dos portugueses a desaparecer.
O bloqueio mais relevante, contudo, reside na própria estrutura do funcionamento parlamentar: como cada partido tem muito poucas oportunidades de agendamento em plenário, os temas menos mediáticos ficam, como é natural, para trás.
Mudar os nossos padrões de consumo tem custos de transação caros. Pense só no tempo que demoraria para ver e comparar o preço de cada peça que quer comprar nos saldos.
Se nós queremos recuperar a credibilidade da política e dos políticos, não basta escutar os problemas ou criar leis bem-intencionadas. Precisamos mesmo de assegurar que elas passam à prática.
Médico especialista em bioética acredita que se for bem usada, a Inteligência Artificial pode ser uma ferramenta para melhorar a gestão da saúde e libertar os médicos de algumas tarefas. Alerta para a necessidade de se regular a responsabilização dos sistemas e não tem dúvidas que a revolução já chegou.
"Os casos judiciais não são 'guerras' entre sujeitos processuais nem se decidem nas páginas dos jornais ou nos programas de televisão e rádio", defende ASJP em comunicado.
O AI Manager da Noesis acredita que passámos a fase de brincar com a Inteligência Artificial e que agora vêm aí os modelos empresariais, onde são precisas regras, defende. "Se não regulamos entramos no mundo da anarquia em que cada um utiliza tudo e mais alguma coisa para ter uma vantagem competitiva".
Socialistas tentam apagar caso de desautorização do primeiro-ministro. “Esse tema nem foi objeto de debate”, diz Eurico Brilhante Dias depois da reunião da bancada do PS.
Quase 10 mil portugueses pediram à Google para eliminar os seus nomes, mas o motor de busca recusou três em cada quatro dos pedidos.
A Assembleia da República aprovou em 22 de outubro em votação final global, o diploma que consagra o chamado "direito ao esquecimento", impedindo que pessoas que tenham superado doenças graves, como cancro, sejam discriminadas no acesso ao crédito ou seguros.
O texto final, apresentado pela Comissão de Orçamento e Finanças com base num diploma do PS, foi aprovado apenas com a abstenção da Iniciativa Liberal.
O Parlamento vota esta sexta-feira a aprovação da lei do direito ao esquecimento em caso de crédito à habitação e seguro de vida. Esta mudança assegura o fim da discriminação de doentes curados de cancro, VIH/Sida, diabetes e hepatite C.
Lei será aprovada na Comissão de Orçamento e Finanças, com a votação final marcada para sexta-feira, dia 15.
Se a política serve para alguma coisa, e sabemos como é decisiva na estruturação da nossa vida coletiva, tem aqui um papel essencial de justiça, tão importante como todas as políticas estruturalmente ligadas à defesa dos direitos humanos, designadamente o combate às desigualdades e à pobreza.