Diário brasileiro (2)
Desde que Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, foi apanhado a pedir dinheiro ao alegado criminoso Daniel Vorcaro, cortei no sono e nas refeições só para acompanhar a telenovela em permanência.
Desde que Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, foi apanhado a pedir dinheiro ao alegado criminoso Daniel Vorcaro, cortei no sono e nas refeições só para acompanhar a telenovela em permanência.
Rostos novos, capazes de libertar a esquerda e a direita brasileiras do feitiço lulista ou bolsonarista, não se vêem no horizonte.
A ex-primeira dama, a atual e a pretendente são trunfos na campanha pela Presidência. Bate-bocas, vídeos, cheques e maquilhagem fazem parte das armas por Lula ou por Bolsonaro filho.
Aclamado em Cannes, "O Agente Secreto", de Kleber Mendonça Filho, protagonizado por Wagner Moura, é o mais recente candidato brasileiro aos Óscares. Chega a Portugal esta quinta-feira, 6 de novembro.
Os governadores de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, estados que, juntos, têm 80 milhões de pessoas e que representam cerca de um terço da população brasileira, foram das vozes mais ativas da insurgência ‘bolsonarista’.
A Polícia Federal realizou esta sexta-feira buscas e apreensões em domicílios ligados ao ex-presidente brasileiro após autoridades judiciárias considerarem que está a agir para dificultar o processo em que é acusado por tentativa de golpe de Estado.
Bolsonaro e os outros sete réus serão julgados por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, envolvimento em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de património, crimes cujas penas somadas podem chegar a mais de 20 anos de prisão.
Em Hollywood, discutem-se "tweets", migrantes, fascismos, sexo, género e o corpo feminino. Eis o que nos sugerem sobre o presente os grandes candidatos às estatuetas.
Presidente da agência promotora do turismo do Brasil, a Embratur, desde janeiro de 2023, crê que a eleição de Lula mudou tudo para melhor: "As pessoas não fazem turismo para visitar problemas."
Imprensa brasileira destaca que direção desses meios de comunicação estava nas mãos de funcionários indicados pelo ex-presidente, Jair Bolsonaro.
Na descrição da "Festa da Selma" os organizadores avisavam que o evento ia ser violento e com confrontos com a polícia.
Lula da Silva disse que todos os os responsáveis pelas invasões vão responder pelos crimes e apontou ainda responsabilidades a Bolsonaro.
A causa da morte não foi divulgada, mas uma mensagem veiculada no seu canal no Telegram no dia 15 de janeiro dizia que o escritor havia contraído covid-19 e precisava cancelar as aulas de um curso de filosofia que ministrava online, escreve a BBC.
Presidente brasileiro, que não se vacinou contra a covid-19, quis apostar durante a Assembleia Geral da ONU que tinha mais anticorpos do que o primeiro-ministro britânico que, por sua vez, recebeu as duas doses do imunizante da AstraZeneca e também esteve infetado. Boris recusou a aposta.
"Não aceitamos esse tipo de regime ditatorial" e "representamos a liberdade, aqueles que não temem a verdade e com quem vamos construir um novo Brasil", disse o presidente brasileiro.
No Brasil, o QAnon adaptou-se à narrativa conspiratória local os seus disseminadores usam as redes sociais para espalhar mentiras contra quem critica o atual Governo liderado por Jair Bolsonaro