Mário Machado transferido para a cadeia de Paços de Ferreira
O neonazi está "fechado 22 horas por dia numa cela de oito metros quadrados", afirma o advogado.
O neonazi está "fechado 22 horas por dia numa cela de oito metros quadrados", afirma o advogado.
Informações divulgadas por distrito inserem-se na campanha de prevenção rodoviária da PSP
Há três candidatos com irregularidades, principalmente falta de assinaturas. Joana Amaral Dias só apresentou 1.575 das 7.500 assinaturas necessárias.
A escritora portuguesa, de 79 anos, tornou-se na 7.ª mulher a receber este galardão.
Jantou rodeado de alguns amigos de décadas e elementos das suas listas, mas nem por isso Luís Filipe Vieira quis alongar a ação de campanha, substituindo, no fim, a sessão de esclarecimento por uma comunicação com cerca de três minutos.
Um trabalhador da AICEP recebeu 192 mil euros para sair, mas logo a seguir foi para adjunto no Governo e depois contratado novamente… pelo Estado. Houve mais dois casos.
O Ministério Público abriu já um inquérito para investigar a agressão contra o ator Adérito Lopes, da companhia de teatro A Barraca, no Dia de Portugal, 10 de junho.
"O combate à violência dos radicalismos políticos faz-se também com a garantia de mais segurança", com a presença de "mais polícia", defende a autarquia de Carlos Moedas. BE contrapõe: "Apenas existe a ação violenta e de ódio da extrema-direita".
Agressão contra o ator Adérito Lopes motivou esta concentração.
Neste momento, em Portugal e no Mundo, já não se limitam a agitar a bandeira da liberdade de expressão, tendo, para usar uma expressão popular, passado das palavras aos actos.
"O que aconteceu ontem [na terça-feira], as suas conotações, os seus fundamentos, a sua natureza, releva de um ato absolutamente inaceitável num país como Portugal", afirmou Maria Lúcia Amaral.
Adérito Lopes foi agredido por um grupo de extrema-direita, em Lisboa, quando entrava para o teatro para se preparar para o espetáculo Amor é fogo que arde sem se ver.
No dia 10 de Junho, dia Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, parecem ser os portugueses com "s" ou com "z" capazes das piores ações.
Montenegro afirmou que é "possível construir um Portugal seguro, um Portugal que olha para os portugueses e lhes dá as ferramentas para terem uma casa digna, uma saúde de qualidade e um ensino com espírito transformador".
Gouveia e Melo foi questionado sobre este incidente, mas não se quis pronunciar, afirmando que cerimónias de homenagens aos combatentes deviam ser de união.
"Tentar abrir o sentido de Portugalidade é uma mensagem importante em tempos de crescimento da xenofobia e do racismo", afirmou Joana Mortágua.