Sábado – Pense por si

Adeus, América

Há alturas na vida de uma pessoa em que não vale a pena esperar mais por algo que se desejou muito, mas nunca veio. Na vida dos povos é um pouco assim também. Chegou o momento de nós, europeus, percebermos que é preciso dizer "adeus" à América. A esta América de Trump, claro. Sim, continua a haver uma América boa, cosmopolita, que gosta da democracia liberal, que compreende a vantagem da ligação à UE. Sucede que não sabemos se essa América certa (e, essa sim, grande e forte) vai voltar. Esperem o pior. Porque é provável que o pior esteja a chegar.

Diana Sofia com o marido, Diogo Simões, e a filha Ana Alice no quartel dos bombeiros de Samora Correia
Susana Lúcio

Ser mãe numa ambulância

Uma grávida quase deu à luz no carro, outra teve uma bebé com o cordão umbilical enrolado ao pescoço. Três mulheres contam à SÁBADO porque não chegaram ao hospital a tempo do parto.

Dulce Nascimento do Ó diz que funciona como uma bateria de um telemóvel antigo - que descarrega de um momento para o outro
Lucília Galha

Covid Longa: Uma vida a contar passos

Podem até nem dar pelo vírus, mas depois da infeção a vida altera-se radicalmente. Simples gestos, como tomar banho, tornam-se um esforço. Ainda não se sabe o que causa a doença - nem se um dia vai passar.

O que fazer depois da reforma é uma escolha que depende das circunstâncias de cada um
Eduarda Alves e Inês Ramos/ Universidade Lusófona

Depois da reforma, onde se vive melhor?

No bulício da capital ou no ar puro do Alentejo, há quem se mantenha ativo depois da reforma e até lance novos negócios, como João Carvalho de Sousa. Outros dedicam-se à leitura e à família, como Nazaré Correia. Quando a reforma chega, cada história define o lugar ideal para se estar.

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