O sniper da Guerra Colonial, um clã no poder e os 250 anos dos EUA
É um segredo com 50 anos, o do agente especial português em Moçambique. E ainda: o clã Palma Ramalho e os leilões de bens apreendidos.
É um segredo com 50 anos, o do agente especial português em Moçambique. E ainda: o clã Palma Ramalho e os leilões de bens apreendidos.
Durante 50 anos, João Costa da Silva guardou segredo sobre o seu verdadeiro papel na Guerra Colonial em Moçambique. Com o nome de código Combako, teve treino especial nas Comores e participou nas operações secretas de Jorge Jardim para eliminar altos dirigentes políticos e militares da Frelimo que atravessaram fronteiras para o território da Tanzânia.
Nem a família ou os amigos sabiam das missões secretas deste agente português, que agora conta a sua história pela primeira vez. E ainda: o boom dos pastéis de nata; um ensaio com a banda Da Weasel.
Após os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na quarta-feira.
Moisés da Silva fala à CMTV sobre a "catástrofe" que aconteceu esta quarta-feira e que provocou a morte de mais de 100 pessoas.
Após os dois sismos que atingiram o país e fizeram pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos.
Mais de dez mil pessoas encontram-se desaparecidas.
O País só mexeu neste círculo vicioso à força, sob alçada da troika e de Pedro Passos Coelho, mas o sistema refugiou-se depois nos alçapões das novas regras e continua vivo. Alimenta-se a clientela, mas também a perceção de que "são todos iguais" e o populista “eles querem é tacho”. É pena darem-lhes assim razão. Ninguém propôs sequer seriamente, PS ou PSD, tapar os buracos que permitem a continuação deste carrossel que envergonha ambos. Mas, pelo menos, já nos poupavam à exibição pública de moralidade fake.
À aristocracia dos vencimentos mais altos – liderada pelo futebol, as maiores empresas cotadas e negócios como a advocacia – juntam-se os novos vencedores da economia: fundadores de unicórnios e barões de fundos. Muitos casos mostram que os maiores ganhos com o trabalho estão além do salário.
Gostava de ser primeiro-ministro – e no PS há um grupo de influentes disponível para lhe abrir o caminho. Voltou ao espaço mediático em força à espera de uma oportunidade.
No 43.º Congresso do PSD, Luís Montenegro promoveu o seu "bando dos quatro" para vices. Não guardou rancores contra o Chega pelo pacote laboral, mas quis mostrar a Ventura e a Passos quem é o reformista na sala.
Maria Luís Albuquerque encabeça a lista.
A programação revelada esta quinta-feira inclui 11 espetáculos de dança e mais de uma dezena de peças de teatro. Na música, há um ciclo dedicado a Beethoven e uma homenagem de Bruno Pernadas a José Mário Branco.
O salário médio é uma estatística simpática. Faz-nos sentir melhor. É como aquelas fotografias de Natal da família do Cristiano Ronaldo em o primo em terceiro grau, por contágio estatístico, se sente momentaneamente milionário.
Visitam os imóveis, tratam da burocracia com os bancos e até dão conselhos sobre a mobília que combina melhor com a casa. Ainda é um nicho de mercado em Portugal, mas já há quem tenha percebido que este pode ser um negócio com futuro.
O encontro à margem do G7 centrou-se nas recentes medidas de restrição adotadas pela União Europeia sobre produtos brasileiros.