Irão autoriza formalmente as mulheres a conduzir motas
A legislação iraniana não proibia explicitamente cartas de condução para mulheres, mas as autoridades não as emitiam.
A legislação iraniana não proibia explicitamente cartas de condução para mulheres, mas as autoridades não as emitiam.
A falta de acesso a informações faz com que seja difícil saber o número de manifestantes que foram detidos ou morreram durante os protestos, que começaram a 28 de dezembro.
Trump planeia ficar dois dias no fórum internacional em Davos, depois de ameaçar aplicar tarifas à Dinamarca e a outros sete aliados, a menos que negociem a transferência para a soberania norte-americana do território semiautónomo.
A comunidade iraniana em Portugal teme um agravamento da violência.
Esta terça-feira a organização não-governamental (ONG) Iran Human Rights denunciou pelo menos 2 mil manifestantes mortos nos protestos que contestam há 16 dias.
A contestação visava inicialmente o custo de vida, num país sujeito a sanções económicas, mas depois tornou-se num protesto político contra as autoridades de Teerão.
No Irão, pelo menos 538 pessoas morreram na sequência de manifestações que começaram a 28 de dezembro, em protesto contra a crise económica e o custo de vida.
“O povo do Irão deve saber que lidaremos com eles da forma mais severa e puniremos aqueles que forem detidos", disse o presidente do parlamento do Irão.
As comunicações continuam em baixo no Irão por decisão governamental e números podem estar desfasados dos reais.
Os protestos em quase todo o país começaram em 28 de dezembro, inicialmente contra o custo de vida e a inflação galopante, num país sujeito a sanções económicas dos Estados Unidos e da ONU, mas têm vindo a intensificar-se e transformaram-se numa contestação política contra o regime.
Com a internet em baixo e as linhas telefónicas cortadas, acompanhar as manifestações a partir do estrangeiro tornou-se difícil.
Farian Sabahi, italo-iraniana especialista em história contemporânea, tem dúvidas sobre os resultados de "protestos que não têm um líder nem uma organização”.
Para quem vive o processo, estes litígios raramente resultam de estratégia. Resultam de necessidade. Pessoas que trabalharam uma vida inteira e não compreendem porque a contagem final dos seus esforços não corresponde à realidade.
Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.
Com uma opinião pública dividida sobre a intervenção na Venezuela, há algumas vozes republicanas nos EUA que não estão do lado de Trump.
Tudo demora tempo. Tudo custa muito dinheiro. Tudo é disperso pelo território e por centenas, senão mesmo milhares de agentes, entre Estado, autarquias e privados, que tornam qualquer processo de transformação ainda mais lento e custoso.