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Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

Aos 40 anos, Sara Norte retrata a sua vida na série Desnorte
Raquel Lito

Sara Norte sobre a série baseada na sua vida: "A protagonista chama-se Beatriz, em homenagem à minha irmã"

A atriz não tem o papel principal, este cabe a Bárbara Branco por ser mais jovem. Mas foi consultora da produção e fez uma personagem inspirada na mãe (Carla Lupi, falecida em 2012). Até às filmagens, no final de 2025, decorreram centenas de horas de conversas para o guião, houve choro e até um nome provisório: o projeto era para chamar-se 44, número da cela onde esteve presa. Ficou Desnorte, com estreia prevista para este ano.

António José Seguro «não podia ter uma imagem mais diferente» da extrema-esquerda

António José Seguro "não podia ter uma imagem mais diferente" da extrema-esquerda

"António José Seguro, dentro do leque de candidatos que havia, é o melhor candidato para André Ventura poder pintar este retrato [de esquerda vs. direita], mas dentro dos socialistas que haveria é o pior", sublinha a jornalista Mariana Lima Cunha. "Vamos ter umas eleições presidenciais em que um é candidato a Presidente da República e o outro é candidato a líder da direita", acrescenta ainda o editor da agência Lusa, Rui Baptista, no NOW.

"Estamos todos em estado de choque e vamos ter que digerir isto": Santana Lopes sobre as presidenciais

"Estamos todos em estado de choque e vamos ter que digerir isto": Santana Lopes sobre as presidenciais

"Luís Montenegro inspira-se muito em Cavaco Silva. (...) Na segunda vez que Mário Soares foi a reeleição, Cavaco Silva começou por declarar a neutralidade e disse que não ia apoiar ninguém. E depois Falcão e Cunha veio declarar o apoio do PSD. Esta história de 'não se apoiar ninguém' é muito complicado para o PSD. Os partidos têm responsabilidades", disse Pedro Santana Lopes, na noite eleitoral, no NOW.

Ilha de Ascensão, Santa Helena e Londres: um cruzamento de destinos e distâncias
Francisco José Viegas

A história da ilha onde nunca fui

Francisco José Viegas escreve sobre um destino que, 500 anos depois do seu descobrimento, os portugueses ignoram olimpicamente, o que é uma tristeza

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