Dos jobs for the boys ao bairro do Talude: o melhor desta edição da revista SÁBADO
Chegou esta quarta-feira às bancas.
Chegou esta quarta-feira às bancas.
Leia também sobre os jobs for the boys em Setúbal e o regresso do Bairro do Talude.
Há lojas que recebem mais de 100 telefonemas por dia, colecionadores que vão de Coimbra ao Porto comprar saquetas, vendas na Vinted e uma nova app - portuguesa - para organizar a caderneta.
Um percurso de navio que quase acabou mais cedo - os jornalistas distraíram-se a fotografar uma praia; o atribulado regresso ao bairro do Talude; e as entrevistas interrompidas por colecionadores de cromos do Mundial
A caderneta Panini existe desde 1961. Sessenta e cinco anos depois, o modelo é o mesmo: compra-se a caderneta, abrem-se saquetas com cromos aleatórios, cola-se. A diferença é a escala.
Os adolescentes da década de 80 cresceram e já têm dinheiro para comprar o disco que sempre quiseram, o DVD dos desenhos animados preferidos ou a colecção de cromos que nunca chegaram a acabar. A nostalgia está a dar e rende milhões.
A opinião de João Pereira Coutinho em podcast.
Uma comentadora televisiva, com queda para a comédia involuntária, achou por bem apresentar Jesus como palestiniano, apesar de a Palestina romana datar de 135 d.C., ou seja, depois da crucificação de Cristo e da brutal repressão das revoltas judaicas pelo imperador Adriano.
Humorista, que recupera de um AVC, garante estar "em boas mãos".
O humorista deu entrada na quinta-feira no Hospital São Francisco Xavier com um AVC.
O humorista está internado no hospital São Francisco Xavier a recuperar de um AVC
Até ao momento ainda não há informação do estado de saúde do humorista de 54 anos.
As pessoas maravilhosas não cabem em qualquer colecção, não podem ser catalogadas, nem preservadas de forma definitiva. Elas escapam-nos com o tempo, e, se as tentarmos prender, provavelmente a magia da sua maravilha desaparece.
A opinião de João Pereira Coutinho em podcast.
Gouveia e Melo fala pouco e conserva o seu pecúlio, amealhado nos tempos da vacinação. Em 2025, na sua candidatura a Belém, vai ter de falar mais. E, falando, acabará com as dúvidas – para o bem ou para o mal.
A opinião de João Pereira Coutinho em podcast.