Obama condena comportamentos do ICE observados em "países autoritários e ditaduras"
Antiogo presidente dos Estados Unidos está preocupado.
Antiogo presidente dos Estados Unidos está preocupado.
O responsável pelas políticas fronteiriças dos EUA, Tom Homan, confirmou, esta quinta-feira, o fim da operação no estado do Minnesota que levou a milhares de detenções e gerou forte polémica.
Número de agentes de imigração nas ruas ficará reduzido a cerca de dois mil.
Trump mantém a estratégia do caos para neutralizar a Democracia, porque sabe que é nesse caos que pode prosperar com a sua incapacidade e incompotência para governar bem. Só assim pode continuar a confundir milhões de norte-americanos: porque confusão é controlo. Mas teve que somar novos momentos TACO, o principal deles em Minneapolis. Atacar e matar cidadãos norte-americanos nas ruas do seu próprio país foi linha vermelha que até parte da sua base identificou. Só os EUA podem travar os EUA.
Desde o início de 2025 morreram 36 imigrantes após terem sido detidos pelo ICE, o braço armado da política de imigração norte-americana. Há largas dezenas de relatos de maus tratos nos campos operados por privados. É o lado menos visível da escalada promovida pela presidência de Donald Trump.
As declarações surgiram depois de um juiz federal ter determinado no fim de semana a libertação de pai e filho.
Presidente deixa a responsabilidade de garantir a segurança durante os protestos e responder a possíveis distúrbios nas mãos dos governos estaduais e das autoridades locais.
Números são do Departamento de Segurança Interna.
As mortes foram a principal causa de revolta dos manifestantes, que empunhavam cartazes a favor dos imigrantes e contra o ICE e Donald Trump.
O acordo surge depois de os democratas terem votado na quinta-feira contra a legislação que financiaria o Departamento de Segurança Interna (DHS).
A sua newsletter de sexta-feira.
Homan tem sido defensor de algumas das políticas mais polémicas da administração de Donald Trump e agora irá supervisionar as operações de fiscalização de imigrantes ilegais em Minnesota na sequência de duas mortes às mãos de agentes do ICE.
Tom Homan, o enviado especial da Admnistração norte-americana para as fronteiras, afirmou, esta quinta-feira, que os agentes federais vão concentrar-se em alvos que representam "ameaças à segurança pública e à segurança nacional”, enquanto continuam operações de imigração no Minnesota.
Após as duas mortes em Minneapolis e críticas por parte de figuras republicanas, a nomeação de Tom Homan para supervisionar a operação em Minnesota pode simbolizar uma mudança de estratégia para o ICE.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, explicou, esta segunda-feira, em conferência de imprensa, o motivo da ida de Tom Homan para Minneapolis num momento de grande tensão na cidade.
Notícia surge depois de os agentes do serviço de imigração terem matado duas pessoas nessa mesma cidade.