Em quem vão votar os deputados da direita? PSD impõe lei da rolha
Hugo Soares, líder parlamentar, proibiu resposta a jornalista da SÁBADO. Na IL, vota-se timidamente em Seguro. No CDS, em ninguém
Hugo Soares, líder parlamentar, proibiu resposta a jornalista da SÁBADO. Na IL, vota-se timidamente em Seguro. No CDS, em ninguém
As 114 famílias burladas e demais credores de uma construtora de Palmela, detida por Romeu Joel, que vendia a mesma casa a várias pessoas, aprovaram por unanimidade a liquidação da empresa, que foi para insolvência com dívidas de 26,7 milhões de euros.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
O candidato presidencial apoiado pelo PS declarou que “nunca no exercício de consultoria, de gestão e de operacionalização de negócios” teve “qualquer contacto com a administração central ou com gabinetes ou membros de governo”.
"Analisada a denúncia anónima e a documentação anexa, verificou-se que a informação reportada, de parco detalhe, não descreve qualquer concreto facto suscetível de integrar crime", lê-se.
Entre os clientes estão a Tabaqueira e a McDonald's.
O caso Spinumviva morreu. A Spinumviva ela própria continua viva e de saúde.
Em causa rendimentos como "consultor" da Abreu Advogados. Também não diz quem são os clientes da LS2MM, a sua empresa familiar (mas revelamos a identidade de um deles, um empresário da construção civil). E ainda a pegada judicial e fiscal do candidato apoiado pelo Governo
Mascarenhas vai dar uma “saída para a direita”, mas quer meter o pé na Gebalis e já entrou nos Serviços Sociais
Houve duas dezenas de investidores, incluindo da Alemanha e do Brasil, até dos Estados Unidos, que se inscreveram no leilão eletrónico da aldeia histórica, que tem casas, restaurante, capela, piscina e campo de ténis. O despique teve 72 licitações.
Empresa portuguesa vai manter todos os 300 trabalhadores ligados a esta unidade e vai investir nas instalações da mesma em Sevilha.
"A minha amizade com a família Mota remonta ao período em que o seu pai, Manuel António da Mota, regressou a Portugal", lembra.
Nos anos 40, Manuel Mota montou escritório numa pensão em Luanda e em 1962 já tinha o apoio de Wall Street. António Mota expandiu o negócio criado pelo pai.
O empresário, que liderou durante três décadas a maior construtora portuguesa que transformou numa multinacional, morreu este domingo aos 71 anos.
O empresário, que liderou a Mota-Engil durante três décadas, morreu este domingo.
Autoridades dão conta de pelo menos 279 desaparecidos. Prosseguem os trabalhos de resgate e centenas de pessoas foram colocadas em abrigos temporários.