Portugal admite participar como observador no Conselho de Paz criado por Trump
Segundo admitiu fonte do governo esta quinta-feira.
Segundo admitiu fonte do governo esta quinta-feira.
O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani confirmou, esta terça-feira, que Itália vai integrar, como Estado observador, o Conselho de Paz para Gaza promovido pela administração norte-americana.
Trump insistiu que "é muito importante que o Hamas cumpra o seu compromisso de desmilitarização completa e imediata".
Secretário de Estado norte-americano garante que Donald Trump e os EUA estão a postos para liderar "a restauração” da ordem mundial.
Presidido por Donald Trump, o Conselho de Paz enviou convites de adesão a vários países, incluindo Portugal, sendo que o preço de um lugar permanente é de mil milhões de dólares.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou, esta sexta-feira, que os líderes da União Europeia têm "sérias dúvidas" sobre o Conselho de Paz de Trump e da sua compatibilidade com a Carta das Nações Unidas.
O presidente do Conselho Europeu referiu, contudo, que a União Europeia (UE) está pronta "para trabalhar em conjunto com os Estados Unidos na implementação" do plano de paz para a Faixa de Gaza
"É importante que fique muito assente que qualquer visão alternativa às Nações Unidas não terá o nosso acolhimento", garantiu.
O líder norte-americano, que formalizou esta quinta-feira a criação do Conselho de Paz, explicou que o grupo pode trabalhar com a Organização das Nações Unidas (ONU) para resolver os conflitos armados no mundo.
O líder norte-americano defendeu que a Organização das Nações Unidas “têm um potencial tremendo, mas não o têm utilizado”.
Pelo menos 35 dos cerca de 50 chefes de Estado e de Governo convidados concordaram em participar no Conselho de Paz.
O Presidente russo propôs que os fundos fossem enviados para o Conselho de Paz, uma iniciativa do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem como objetivo garantir a paz na Palestina.
Já o presidente russo anunciou que o seu Ministério dos Negócios Estrangeiros está a estudar o convite.
Questionado sobre se o Conselho de Paz norte-americano substituiria a ONU, Donald Trump considerou que a organização deve continuar a existir, “porque tem um potencial demasiado grande”.
Conselho de Paz foi inicialmente concebido para supervisionar a reconstrução da Faixa de Gaza, devastada por mais de dois anos de guerra entre Israel e o Hamas.
O Conselho de Paz foi concebido para supervisionar o plano que pretende pôr fim ao conflito de Israel contra Gaza e para garantir, no futuro, a segurança e a desmilitarização desse território palestiniano.