Médio Oriente: Israel rejeita plano norte-americano para Gaza aceite pelo Hamas
Netanyahu insistiu que as forças armadas israelitas “não farão qualquer retirada” do território palestiniano enquanto o Hamas não for verdadeiramente desarmado".
Netanyahu insistiu que as forças armadas israelitas “não farão qualquer retirada” do território palestiniano enquanto o Hamas não for verdadeiramente desarmado".
O Governo de tecnocratas palestinianos, que espera assumir a autoridade sobre a Faixa de Gaza no futuro, saudou os progressos nas negociações sobre o desarmamento do Hamas, anunciado na quinta-feira por Donald Trump.
Presidente dos EUA adiantou que "o acordo será implementado em fases cuidadosamente estruturadas" e que, uma vez concluído o desarmamento, "as forças israelitas retirarão".
Mantém-se a instabilidade no Médio Oriente, sem o fim da guerra à vista.
As autoridades da Bielorrússia ainda não fizeram qualquer comentário sobre a alegada nova ronda de libertações.
Segundo admitiu fonte do governo esta quinta-feira.
O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani confirmou, esta terça-feira, que Itália vai integrar, como Estado observador, o Conselho de Paz para Gaza promovido pela administração norte-americana.
Trump insistiu que "é muito importante que o Hamas cumpra o seu compromisso de desmilitarização completa e imediata".
Secretário de Estado norte-americano garante que Donald Trump e os EUA estão a postos para liderar "a restauração” da ordem mundial.
Presidido por Donald Trump, o Conselho de Paz enviou convites de adesão a vários países, incluindo Portugal, sendo que o preço de um lugar permanente é de mil milhões de dólares.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou, esta sexta-feira, que os líderes da União Europeia têm "sérias dúvidas" sobre o Conselho de Paz de Trump e da sua compatibilidade com a Carta das Nações Unidas.
O presidente do Conselho Europeu referiu, contudo, que a União Europeia (UE) está pronta "para trabalhar em conjunto com os Estados Unidos na implementação" do plano de paz para a Faixa de Gaza
"É importante que fique muito assente que qualquer visão alternativa às Nações Unidas não terá o nosso acolhimento", garantiu.
O líder norte-americano, que formalizou esta quinta-feira a criação do Conselho de Paz, explicou que o grupo pode trabalhar com a Organização das Nações Unidas (ONU) para resolver os conflitos armados no mundo.
O líder norte-americano defendeu que a Organização das Nações Unidas “têm um potencial tremendo, mas não o têm utilizado”.
Pelo menos 35 dos cerca de 50 chefes de Estado e de Governo convidados concordaram em participar no Conselho de Paz.