Sábado – Pense por si

Portugal e a declaração de 1776

Porque é que volvidos 250 anos importa comemorar a declaração de independência de um punhado de colónias insignificantes e marginais no sistema das relações internacionais em vigor em 1776? Uma breve reflexão à volta do impacto que ela teve sobre o velho e extenso império ultramarino que Portugal era então ajudará a entender a relevância deste acontecimento e dos seus efeitos políticos.

Beatriz Rainha com Ana Bela Ferreira

Provedoria Municipal dos Animais quer sinalizar as colónias de gatos

O objetivo é assinalar a presença de colónias de gatos em diversas zonas da cidade, permitindo que, em emergências, as autoridades e os residentes saibam onde estão localizados estes grupos de animais e como proceder para garantir a sua segurança.

Maria Henrique Espada

A SÁBADO é todos os dias: As histórias dos retornados que fugiram as ex-colónias

Regressar a onde nunca se esteve, como os portugueses que deixaram África; fugir para onde nunca se quis, como na história de Espinosa contada por Rodrigues dos Santos; ou sonhar retornar aonde é impossível, como os palestinianos: os temas podem ser duros, por isso o melhor é não extremar opiniões, como aconselha Bruno Nogueira

Ana Taborda

Retornados. Histórias dos que fugiram das antigas colónias

Houve casamentos com anéis emprestados e rolos de fotografia fora de prazo; bebés que nasceram ao som de tiros e miúdos de 12 anos a conduzir automóveis rumo à fronteira com à África do Sul. No horizonte, a metrópole distante e muitas vezes desconhecida, para onde ninguém queria vir. E de onde alguns voltariam a sair.

Das boas e más memórias

Recordar fugas apressadas de uma vida perdida, ou histórias felizes de um projeto comum. Nas antigas colónias ou num velho (já?) programa na RTP, chamado Tal Canal, que deixou Herman José arrasado. E ainda histórias de vida de José Rodrigues dos Santos

Ana Taborda

Ernesto Vilhena, o senhor diamante

Durante quase cinco décadas, liderou a maior empresa das antigas colónias, que ocupava, em Angola, o equivalente a um terço do território português. Com um salário milionário, criou uma das maiores coleções de arte do País, mas morreu sem deixar dinheiro no banco. Teve várias polémicas com Salazar, que chegou a visitá-lo em casa.

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