Sábado – Pense por si

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Thomas Jefferson
Vasco Rato

Os arquitetos do império

Thomas Jefferson duplicou o território nacional. Por meio da guerra de conquista, James K. Polk forjou um Estado continental. William McKinley criou um império ultramarino. Theodore Roosevelt projetou o poderio bélico dos Estados Unidos para o mundo. Presidentes que forjaram um domínio, do Altântico ao Pacífico.

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João Costa da Silva, antigo combatente na Guerra Colonial
João Amaral SantosEduardo Dâmaso

O sniper secreto que matou por Portugal em Moçambique

Durante 50 anos, João Costa da Silva guardou segredo sobre o seu verdadeiro papel na Guerra Colonial em Moçambique. Com o nome de código Combako, teve treino especial nas Comores e participou nas operações secretas de Jorge Jardim para eliminar altos dirigentes políticos e militares da Frelimo que atravessaram fronteiras para o território da Tanzânia.

Bons costumes

Genocídio: Hamas, Israel e outros

O reconhecimento e denúncia de genocídios tornou-se num jogo político cínico, evidente, por exemplo, na esquiva de Israel a reconhecer o genocídio arménio para não prejudicar as relações com Turquia e Azerbaijão, vitais na gestão de interesses na Síria e no confronto com o Irão.

Portugal acolheu muitos refugiados judeus
Susana Lúcio

Os judeus que se salvaram através de Portugal

Milhares de famílias fugiram da perseguição nazi e encontraram no País um abrigo seguro para escapar ao Holocausto. Salazar permitiu a sua entrada, mas apenas de forma temporária – até conseguirem visto para o estrangeiro, muitos foram colocados em estâncias balneares. A grande maioria seguiu para os EUA e América Latina

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

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