Benfica fecha acordo com a NOS para os direitos televisivos e garante mais de 100 M€ em duas épocas
Anúncio foi feito na tarde desta segunda-feira e diz respeito às próximas duas temporadas
Anúncio foi feito na tarde desta segunda-feira e diz respeito às próximas duas temporadas
Acordo será para as próximas duas épocas, antes de entrar em vigor a centralização dos direitos televisivos.
A CMVM deferiu o "pedido de derrogação do dever de lançamento de oferta pública de aquisição obrigatória sobre a Impresa" pelos filhos de Francisco Pinto Balsemão, após a redestribuição da posição deste.
Antes de ser efetivado o acordo que permitirá aos italianos da MFE entrarem no capital da empresa, terá de ser votada a alteração dos termos do empréstimo obrigacionista de 48 milhões da SIC, para que não obriguem a um reembolso antecipado.
Empresas querem criar duas empresas líderes de energia na Península Ibérica, uma na refinação, outra na distribuição de combustíveis. Galp ficará com mais de 20% da primeira e 50% na segunda, caso o negócio seja concretizado.
A Media Capital, dona da TVI e CNN Portugal, adquiriu 80% da proprietária do Polígrafo e Viral Check.
A dona da TVI adquiriu 80% da empresa que controla o site de verificação de factos Polígrafo. Tem opção para comprar os restantes 20%.
Acionistas deram 'luz verde' ao aumento de capital de 17,3 milhões necessário para a entrada dos italianos no grupo português. Concretização da operação tem de ser feita no prazo de um ano.
O valor resulta de "duas avaliações realizadas por entidades independentes".
Ações da cotada sobem em reação ao negócio. Espanhola Cementos Molins é a compradora. A Secil tem 2.900 trabalhadores e uma capacidade anual de produção de 10 milhões de toneladas de cimento.
Em causa estão práticas de manipulação de mercado, nomeadamente 'pump and dump'".
Em causa estão decretos do parlamento que executam três regulamentos europeus aprovado em 2023, mas que ainda não tinha sido aplicado em Portugal.
A atual situação caracteriza-se "pela dificuldade em obter novas linhas de crédito e renovar as atuais, o que limita a sua capacidade de assegurar com normalidade e segurança o crescimento sustentado da sua atividade”, refere a Impresa antes da assembleia geral que irá aprovar o aumento de capital subscrito pelos italianos.
A dona da SIC e do Expresso convocou uma assembleia-geral extraordinária para 29 de dezembro para deliberar o aumento de capital a subscrever pelo grupo italiano MediaForEurope (MFE).
Uma fuga de informação mudou tudo e manteve os Balsemão no comando. A MFE dos Berlusconi esteve perto de desistir. Alguns acionistas minoritários, que incluem famílias há anos aliadas dos Balsemão, não estão contentes.
Multinacional italiana Media For Europe torna-se na segunda maior acionista e põe fim à urgência financeira da dona da SIC e do Expresso. Entrada dilui parte da posição dos Balsemão que, contudo, continuam como maiores acionistas e com controlo. Francisco Pedro Balsemão mantém-se CEO. Negócio pendente de aprovação da CMVM.