Sábado – Pense por si

Steve Ramirez, investigador da Universidade de Boston, estuda a manipulação de memórias no cérebro
Luísa Oliveira

Steve Ramirez: "Dançar é extraordinário para a saúde"

Investigador e professor de Ciências Psicológicas na universidade de Boston, EUA, dedica-se a estudar como o cérebro processa, armazena e manipula memórias. Para a máquina funcionar bem, existem alguns truques - simples - a aprender. Dançar é um deles.

Novos métodos para tratar a dor crónica, abordados na revista Sábado
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar a dor

Um analgésico inspirado numa esponja do mar, que não provoca adição; terapias que regeneram e recuperam funções; usar a música para criar novos circuitos no cérebro. Há cada vez mais a perspetiva de que a dor não é só uma sensação física, também envolve as emoções - e sim, o psicólogo pode ser mais eficaz que um comprimido.

Sentir-se cansado, esquecido, deprimido ou com sintomas de burnout podem ser sinais de inflamação cerebral
Lucília Galha

Dorme mal? Pode ter o cérebro inflamado

É uma condição que não se vê e que se manifesta de forma silenciosa. Mas, na verdade, a inflamação cerebral é mais comum do que se julga e pode desencadear uma série de doenças. Saiba a que sinais deve estar atento.

A sala de conferência de faturas e receitas, toda automatizada, é o centro nevrálgico.
Bruno Faria Lopes

O cérebro do SNS na caça à fraude com medicamentos

Confere 11 milhões de receitas e faturas por mês, poupa milhões de euros ao erário público e entrega à justiça pistas sobre potenciais fraudes - foi daqui que saiu a informação para a recente "Operação Obélix". O Ozempic e seus concorrentes são a fraude da moda. Viagem ao centro de Controlo e Monitorização do SNS, na Maia.

Demência: como travar a explosão
Lucília Galha

Demência: Descubra como travar esta nova pandemia

As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?

A Newsletter SÁBADO Edição Manhã no seu e-mail
Tudo o que precisa de saber sobre o que está a acontecer em Portugal e no mundo. Enviada de segunda a domingo às 10h30