Crime e castigo: o “monstro de Barcelos”
Envenenado pela loucura, Adelino tornou-se violento e mau. A mulher e os filhos escaparam. O homem direcionou a raiva contra os vizinhos, que dizia terem-no “prejudicado”, e degolou quatro deles.
Envenenado pela loucura, Adelino tornou-se violento e mau. A mulher e os filhos escaparam. O homem direcionou a raiva contra os vizinhos, que dizia terem-no “prejudicado”, e degolou quatro deles.
A posse de 50 munições, esquecidas na mochila, garante, fez com que passasse 15 dias detida em Bali. Acabou deportada e agora está a escrever um livro. A neuropsicóloga tem 47 anos e é federada em tiro.
"Sou o general Mladic. Defendi o meu país e o meu povo", disse na primeira sessão do julgamento perante o TPI. Nunca demonstrou arrependimento perante os crimes de que foi acusado.
Está a cumprir uma sentença de 20 anos de prisão.
Fez da zona da praia minhota a sua casa, desde 1989, e resiste à água fria que afasta multidões para outros destinos. Cronista e autor, inspira-se na paisagem e pede à sobrinha que passe os textos à máquina, como antigamente. Responde à SÁBADO, por escrito, porque é um heterónimo de um conhecido autor.
Em declarações aos jornalistas, Maja Lewecka, de 18 anos, contou que foi apanhada de surpresa na estrada e não se apercebeu da aproximação do carro.
Pina Manique era acusado de construir uma enorme rede de vigilância sobre os portugueses. Hoje acontece precisamente o contrário. São os portugueses que vigiam quem exerce o poder.
O homem encontrado morto, por enforcamento, na abertura da cela, cerca das 08:00, era o tripulante indiano do navio que transportava a droga e que foi revistado no Porto de Sines.
Paulo tinha-se divorciado de Sílvia, mas continuava em conflito pela posse de uns terrenos. Os ex-sogros estavam envolvidos no barulho. Um dia, Paulo acordou, encheu-se de uísque e foi matá-los todos.
Francisco bebia para lidar com o desespero e, um dia, matou toda a família à catanada. Justificou o ato com as "dívidas", mas havia outros segredos. O homicida enforcou-se na noite em que entrou na cela.
Raptada à porta de casa e enviada para uma prisão de tortura russa, Liudmyla Huseinova, de 64 anos, sobreviveu a três anos de abuso: foi agredida sexualmente, obrigada a permanecer em pé das 6h às 22h e forçada a comer comida crua misturada com terra e lixo. Entretanto libertada, agora apoia outras mulheres detidas.
Criminosos pediram um resgate equivalente a 4 mil euros por pessoa e quem não o fizesse o pagamento era assegurado com a remoção de um rim do prisioneiro. Várias pessoas entretanto já foram libertadas, mas há ainda quem esteja em cativeiro. Sabe-se que pelo menos uma pessoa morreu.
Homem e a mãe dos meninos estão aos gritos um para o outro em celas diferentes em Palmela.
Alegou que Jeffrey Epstein recebeu lençóis extra, um aparelho para controlar a apneia do sono e medicamentos "que mais ninguém tinha", mas negou ter sido ele a fazê-lo, embora imagens não corroborem as suas declarações. Tova Noel falou ainda sobre os milhares de dólares que recebeu antes da morte do criminoso sexual.
Registos obtidos pelo Washington Post revelam um aumento do uso da força. A investigação expõe um sistema cada vez mais sobrelotado, opaco e dependente de modelos prisionais.
A carta é concluída com a frase “não tem graça, não vale a pena”.