“Lei das burcas” entra em vigor. Tudo o que se sabe
Aprovada a 17 de julho, entra agora em vigor a lei que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos.
Aprovada a 17 de julho, entra agora em vigor a lei que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos.
Projeto de lei visa também proibir a burca e o 'hijab' nas instituições de ensino.
Acusações como “esta campanha fez os direitos das mulheres recuar cem anos”, são tão estapafúrdias que eu questiono-me se o ensino de História falhou de forma tão clamorosa como a frase indica.
Líder do Chega afirmou na rentrée do partido que o estudo divulgado na terça-feira foi pedido porque defendeu a descida da idade da reforma.
O Afeganistão atravessa uma das maiores crises humanitárias do mundo, segundo a organização Human Rights Watch.
As pessoas estão a ser empurradas para um quotidiano infeliz, pobre de saber, barato mas medíocre, com muita distração sem satisfação, em que uma identidade sem identidade disfarça-se de agressividade para criar fronteiras do ser, que são pouco mais do que papel pintado, buzinadelas, gritos guturais, violência doméstica e machismo nos cafés reais e nos cafés das redes sociais.
Quando Trump pediu clemência para Balogun antes do jogo com a Bélgica, limitou-se a repetir uma prática antiga. Mas enquanto os seus antecessores manobravam na sombra, Trump exibiu o abuso às claras
O estilo agressivo, malcriado e insultuoso de Trump está em pleno desenvolvimento em Portugal. São todos muito conservadores e depois não sabem falar noutra linguagem daquela que deixaria um genuíno conservador apoplético de fúria muito pouco conservadora. Nas redes sociais o Chega pouco mais produz do que uma série de insultos, muitas vezes com obscenidades sem qualquer debate racional
A posição estratégica da AD não é uma questão de ‘rendição’; é uma tentativa de emagrecer o mamute pela restrição da sua dieta.
A palavra mais pesquisada no dicionário online não tem relação direta com um acontecimento marcante.
O Ano em Palavras de 2025 oferece "uma visão plural do ano, cruzando política, diplomacia, cultura, arte, desporto, ciência, ambiente e temas sociais, compondo um retrato lexical, fotográfico e noticioso acessível".
Pauline Hanson não pediu desculpas e foi aprovada uma moção de censura que a proíbe de comparecer a sete sessões.
O escritor turco, prémio Nobel da Literatura em 2006, surpreendeu os leitores ao revelar-se como um diarista divertido e um talentoso pintor, neste novo livro que é literalmente uma obra de arte. E para o ano, vamos vê-lo, enquanto ator, numa série da Netflix.
A opinião de Leonor Caldeira em podcast.
O alegadamente firme almirante arrisca passar por quem acredita nos milagres do spin doctoring. Só que no fim, ficamos como no início: afinal o que é que pensa mesmo Gouveia e Melo?
André Ventura disse finalmente aquilo que há tanto tempo ansiava: “Não era preciso um Salazar, eram precisos três para pôr o país em ordem”. Resta saber se esse salazarista conhece a fábula da rã que queria ser grande como um boi.