Trump e a guerra entre duas motivações extremas
Donald Trump mergulhou os EUA num confronto entre as motivações existenciais, e por isso extremas, de Israel e do regime iraniano. Sair será difícil - e é mais provável um choque económico severo.
Donald Trump mergulhou os EUA num confronto entre as motivações existenciais, e por isso extremas, de Israel e do regime iraniano. Sair será difícil - e é mais provável um choque económico severo.
A reação relativamente contida dos mercados à paralisação no estreito de Ormuz não deve ser confundida com otimismo sobre o desfecho da guerra.
No Irão, a mesma coisa: se a China é cliente premium do petróleo iraniano (com desconto), talvez seja hora de Teerão mudar de clientela e, já agora, ter outros modos à mesa, deixando de alimentar grupos terroristas que têm sangue americano e israelita nas mãos.
Vocalista dos Queen apelidava-a de 'Bibi' e terá chegado a dedicar-lhe várias músicas.
Segundo a lei do Paquistão os políticos podem adquirir os presentes recebidos de chefes de Estado estrangeiros pelo seu valor de mercado.
Falar de "Paz no Médio Oriente" é arriscado. Mas o acordo de cessar-fogo celebrado no Egito foi a melhor notícia desde 7 de outubro de 2023. Desarmar o Hamas e concretizar a saída das IDF de Gaza serão os maiores desafios. Da Ucrânia vêm exemplos de heroísmo e resistência. Em França cresce o fantasma da ingovernabilidade.
Presidente dos EUA discursou esta segunda-feira no parlamento israelita, no mesmo dia em que foram libertados 20 reféns. Trump deverá viajar a seguir para o Egito para participar na cimeira da paz.
Nestes dias de peste já não digo nada, mas ainda tenho uma leve esperança de que o Prémio Nobel não vá para o traidor à Ucrânia e para o homem que incentiva Bibi, para fazer a sua Riviera no Médio Oriente, por cima de cadáveres “colaterais
Os apoiantes dos reféns detidos em Gaza pelo Hamas construíram, na sexta-feira, uma estrutura na praia de Telavive com a mensagem "Acabem com a Guerra do BB [referência a Bibi, a alcunha de Netanyahu]" dentro do contorno da cabeça do presidente dos EUA, Donald Trump.
Agora que temos um ministro desse governo a Governador do Banco de Portugal há muito para perguntar, embora eu duvide de que haja resposta.
O presidente dos Estados Unidos fez um discurso à nação a partir da Casa Branca em que deixa novas ameaças ao Irão
Na quinta-feira, o jornal New York Times noticiou que Trump dissuadiu Israel de atacar instalações nucleares no Irão a curto prazo, de forma a dar prioridade à diplomacia.
"Fuck him", disse Donald Trump após Netanyahu felicitar Biden. Agora, reúnem-se pela primeira vez desde a tomada de posse e após o acordo de cessar-fogo. O que significa isso para a Palestina?
O fumo negro da vitória de Donald Trump, a saída empurrada de Joe Biden, Bibi-terminator ou a surpresa francesa desenhadas por Vasco Gargalo ao longo de 12 meses.
Se gostou de "Big Little Lies", vai adorar "Bad Sisters" (a 2.ª temporada estreia dia 13). Mas não fique por aí: temos outras sugestões.
Nas zonas que sofreram o ataque de 7 de outubro há um ano, é mais difícil acreditar numa solução pacífica para o conflito, enquanto alguns espreitam Gaza de um miradouro em Sderot.