Janeiro edita esta semana álbum "Reticências", assumidamente de canção e de cantautor
O álbum é descrito pelo músico como estando "profundamente enraizado na tradição portuguesa", mas tendo também forte influência "da música brasileira".
O álbum é descrito pelo músico como estando "profundamente enraizado na tradição portuguesa", mas tendo também forte influência "da música brasileira".
As eleições legislativas de outubro opõem a direita, a extrema-direita e religiosos ultraortodoxos a partidos apostados em derrubar Netanyahu, sem que se vislumbrem alternativas para pôr termo às guerras de Israel.
Portugal não tem uma cultura patriótica, não conhece a sua história, não tem valores sobre a sua identidade, despreza a língua portuguesa, e torna-se palco da manipulação sistemática nas redes sociais. Com uma excepção perversa: o futebol.
Teerão é um vencedor parcial. Consegue amarrar um suposto sucesso de Trump à sobrevivência do regime criminoso iraniano (oh, suprema ironia) e passou a saber que tem um instrumento de negociação e eventual coação muito mais efetivo do que o longínquo e custoso objetivo de chegar às armas nucleares ou comprá-las: o controlo de Ormuz, claro.
Trump pediu a Netanyahu que não respondesse ao ataque com mísseis iranianos na noite de domingo, mas Israel decidiu retaliar na mesma e só informou Washington à última hora.
Donald Trump diz que as retaliações não contribuem para o sucesso das negociações em curso.
Presidente dos Estados Unidos 'puxa as orelhas' do aliado israelita após ataques ao Líbano.
Além da fragmentação do apoio por parte dos partidos ultraortodoxos, Netanyahu enfrenta acusações de corrupção, é responsável por um crescente isolamento internacional de Israel e por falhas de segurança relacionadas com os ataques de 7 de outubro.
Donald Trump mergulhou os EUA num confronto entre as motivações existenciais, e por isso extremas, de Israel e do regime iraniano. Sair será difícil - e é mais provável um choque económico severo.
A reação relativamente contida dos mercados à paralisação no estreito de Ormuz não deve ser confundida com otimismo sobre o desfecho da guerra.
No Irão, a mesma coisa: se a China é cliente premium do petróleo iraniano (com desconto), talvez seja hora de Teerão mudar de clientela e, já agora, ter outros modos à mesa, deixando de alimentar grupos terroristas que têm sangue americano e israelita nas mãos.
Vocalista dos Queen apelidava-a de 'Bibi' e terá chegado a dedicar-lhe várias músicas.
Segundo a lei do Paquistão os políticos podem adquirir os presentes recebidos de chefes de Estado estrangeiros pelo seu valor de mercado.
Falar de "Paz no Médio Oriente" é arriscado. Mas o acordo de cessar-fogo celebrado no Egito foi a melhor notícia desde 7 de outubro de 2023. Desarmar o Hamas e concretizar a saída das IDF de Gaza serão os maiores desafios. Da Ucrânia vêm exemplos de heroísmo e resistência. Em França cresce o fantasma da ingovernabilidade.
Presidente dos EUA discursou esta segunda-feira no parlamento israelita, no mesmo dia em que foram libertados 20 reféns. Trump deverá viajar a seguir para o Egito para participar na cimeira da paz.
Nestes dias de peste já não digo nada, mas ainda tenho uma leve esperança de que o Prémio Nobel não vá para o traidor à Ucrânia e para o homem que incentiva Bibi, para fazer a sua Riviera no Médio Oriente, por cima de cadáveres “colaterais