Jogos Olímpicos: Comité proíbe que ucraniano use capacete com imagens de atletas mortos na guerra
Comité Olímpico considera que o uso do capacete viola as regras que proíbem mensagens políticas nos jogos.
Comité Olímpico considera que o uso do capacete viola as regras que proíbem mensagens políticas nos jogos.
Ex-militar português da Polícia do Exército rumou à Ucrânia para combater os invasores russos. Dois anos depois, dá à SÁBADO o seu testemunho de guerra - e como é estar a 20 metros do inimigo.
A Ucrânia sobrevive às sucessivas campanhas de bombardeamento e incursões graças ao auxílio ocidental e a uma enorme sangria militar. A paz continua a ser uma perspetiva distante.
Ex-militar português da Polícia do Exército rumou à Ucrânia para combater os invasores russos. Dois anos depois, dá à SÁBADO o seu testemunho de guerra — e como é estar a 20 metros do inimigo.
Durante 1h30, João, um português a combater na Ucrânia, falou sobre o seu dia a dia e como é estar integrado na Brigada de Azov. E ainda: entrevista a Betina Anton, que escreveu sobre a fuga do nazi Mengele; a história do único Roquette que se manteve no Brasil; as vítimas de burlas amorosas cometidas através da Internet.
'João' juntou-se à Legião Estrangeira ucraniana para combater invasores russos. Agora está no Batalhão Azov — e garante que não viu "um único nazi". É o testemunho de um português a combater na Ucrânia.
Presidente ucraniano já era esperado em Nova Iorque, mas fará ainda uma visita à sede do poder político norte-americano. Administração Biden quer avançar com novo pacote de ajuda.
Defesas ucranianas impediram que se registasse feridos. Contudo, em Kherson, sete pessoas ficaram feridas após um ataque russo.
Prigozhin, líder do grupo Wagner, não é visto publicamente desde o dia 24 de junho quando liderou um motim.
As operações ofensivas lançadas no início de junho pelas forças ucranianas, sem cobertura aérea, apresentam resultados aquém do esperado e implicaram um número de baixas insustentável para Kiev. A análise de João Carlos Barradas.
Crê-se que Prigozhin se encontra em São Petersburgo, apesar de dever exilar-se na Bielorrússia.
O líder do grupo Wagner e os seus mercenários evitaram ser processados, negociando uma saída para a Bielorrússia na semana passada.
O Grupo Wagner é o maior exército privado russo, mas não é o único: há pelo menos mais uma dúzia de froças paramilitares, do Patriot ao Potok da Gazprom, passando pelo Convoy. Vladimir Putin, que incentivou o modelo, quer agora mais controlo sobre os mercenários.
As guerras do futuro são sempre diferentes das do passado. Assim, os resultados das batalhas futuras são incertos e surpreendentes.
O primeiro-ministro russo pede que o país reaja com unidade: "Precisamos de agir juntos, como uma só equipa, e manter a união de todas as forças reunidas em torno do presidente".
Putin ainda não falou ao país desde que foi alcançado um acordo com o líder do grupo Wagner e a rebelião recuou. Prigozhin foi autorizado a exilar-se na Bielorrússia e fica livre de qualquer acusação. A valer como garantia de segurança está "a palavra do presidente da Rússia". João Carlos Barradas lembra, no entanto, que na Rússia o mais importante é agora, como sempre, saber quem se impõe, quem prevalece, quem é o mais forte.