Da esquerda à direita, há uma crítica comum: Discurso de Luís Montenegro está "desfasado da realidade"
Oposição considera que o primeiro-ministro ignorou os reais problemas dos portugueses.
Oposição considera que o primeiro-ministro ignorou os reais problemas dos portugueses.
Segundo Filipe Santos Costa, do secretariado nacional do PS, o país descrito por Montenegro não corresponde à realidade porque os dados mostram que a AD está a falhar em tudo aquilo que propôs aos portugueses.
António Leitão Amaro recusou ainda a ideia de que o Governo está em silêncio, dizendo que o primeiro-ministro falou no parlamento na quinta-feira.
Numa metamorfose que merece estudo, André Ventura protagoniza uma conversão ideológica. André Ventura merece sobretudo um megafone emprestado pela CGTP e um lugar destacado na próxima greve geral.
O artigo do Primeiro-Ministro para o Observador pertence claramente à terceira categoria: um exercício de auto-incensação em que o Governo surge como milagreiro de uma Pátria sem rumo.
Para aliviar o custo de vida na sequência dos efeitos da guerra no Médio Oriente.
Quando o desequilíbrio aparece nas contas públicas, surge então a inevitável expectativa de que o Estado central venha resolver o problema.
O primeiro-ministro defendeu que Portugal vive um momento de viragem em que tem de trocar a "mentalidade do deixa andar" pela da superação.
Por todo o Estado, há sinais de escassez gritante de pessoal. Faltam dois mil guardas prisionais. Já na carreira de enfermaria faltam 20 mil profissionais. A isto poderíamos somar a falta de médicos no SNS.
O líder do Chega admitiu um voto a favor nas propostas em que haja entendimento, mas disse não ter "absoluta certeza de todos os pontos que serão aprovados ou serão rejeitados", e avisou que haverá "absoluta reciprocidade".
Salvador Varges disse no NOW que "se temos dinheiro para fazer eleições de ano a ano, também temos que ter dinheiro para melhorar a educação, saúde, aumentar salários e baixar impostos".
O Livre anunciou que irá criar uma bolsa com o dinheiro e o Chega diz que vai abdicar - mesmo que o dinheiro caia na conta. Sapadores tiveram que ir ao Parlamento retirar tarjas.
O Presidente da Assembleia da República ordenou que fossem retirados os cartazes do Chega, acusando o partido de vandalizar património nacional.
As eleições americanas não são, em rigor, americanas. Ao contrário do que se diz sobre Las Vegas, o que acontece em Washington nunca fica em Washington.
Com tanto em jogo, é perturbador para quem vive deste lado do Atlântico perceber que poucos dos temas fundamentais para nós – Ucrânia, Médio Oriente, etc. – serão decisivos para os eleitores americanos.