O melhor do mês de maio
Uma fuga épica da corte, várias fugas à justiça, algumas fugas ao escrutínio público, e pistas para fugir daqui para espairecer: maio foi bom, e deixámos sugestões para que possa ser ainda melhor.
Uma fuga épica da corte, várias fugas à justiça, algumas fugas ao escrutínio público, e pistas para fugir daqui para espairecer: maio foi bom, e deixámos sugestões para que possa ser ainda melhor.
Chegou esta quarta-feira às bancas.
Leia também sobre os jobs for the boys em Setúbal e o regresso do Bairro do Talude.
Um percurso de navio que quase acabou mais cedo - os jornalistas distraíram-se a fotografar uma praia; o atribulado regresso ao bairro do Talude; e as entrevistas interrompidas por colecionadores de cromos do Mundial
As demolições mediáticas não acabaram com o bairro de barracas de Loures. E sem estratégia à vista, ali continuam a viver 73 famílias sem água, por vezes sem luz.
A palavra mais pesquisada no dicionário online não tem relação direta com um acontecimento marcante.
O Ano em Palavras de 2025 oferece "uma visão plural do ano, cruzando política, diplomacia, cultura, arte, desporto, ciência, ambiente e temas sociais, compondo um retrato lexical, fotográfico e noticioso acessível".
Moradores terão 48h para desocupar as construções.
Obra surge num momento em que o Governo enfrenta críticas por ter demorado a acionar o MecanismoEuropeu de Proteção Civil.
Não é de agora, nem é exclusivo do Talude. Há quem pague por uma "casa" de madeira e chapa em Odivelas, Almada e Setúbal. Os vendedores são membros da comunidade.
"Esta nova edificação constitui uma reiterada desobediência, uma vez que este núcleo familiar já tinha procedido a uma outra construção precária e ilegal no Bairro do Talude, que foi demolida pelo município em 14 de julho, antes da notificação do decretamento provisório da providência cautelar", afirmou a autarquia.
Praias com poucos banhistas e os melhores petiscos do Algarve. E ainda uma viagem ao tempo em que acabaram as barracas em Lisboa.
Depois da assinatura do acordo, os três dirigentes falaram aos jornalistas, tendo abordado a demolição de barracas no bairro do Talude, em Loures, decretada pelo presidente da Câmara Municipal local, o socialista Ricardo Leão.
"Ninguém ficou para trás. Só aqueles que quiseram ficar, efetivamente", declarou a vereadora com o pelouro da Habitação, durante uma reunião do executivo municipal.
Para o movimento Vida Justa, ao tentar "colar um movimento social à criminalidade" Rodrigo Leão "está a usar uma estratégia perigosa: desacreditar e reprimir a organização popular, como se fosse crime participar na vida política e reivindicar direitos".