PTRR: Personal Trainer político e Rolls Royce orçamental
Ontem foi o PRR. Hoje é o PTRR. Amanhã talvez venha o PRRRR, porque em Portugal a criatividade institucional mede-se pelo número de letras repetidas numa sigla.
Ontem foi o PRR. Hoje é o PTRR. Amanhã talvez venha o PRRRR, porque em Portugal a criatividade institucional mede-se pelo número de letras repetidas numa sigla.
Numa tentativa de apaziguar manifestantes que durante seis dias bloquearam pontos estratégicos do país, como refinarias, autoestradas e portos, o governo irlandês procura agora diminuir os preços dos combustíveis e irá pedir ajuda à Comissão Europeia.
A segunda vaga de impacto da guerra no Irão, a de escassez de gasóleo e jetfuel para a aviação, chega à Europa em meados deste mês. O Ministério do Ambiente e da Energia e a Galp não anteveem que venha a faltar combustível, mas os preços vão bater recordes. Chefes dos governos vão a Bruxelas daqui a duas semanas para debater medidas de redução dos consumos.
O antigo primeiro-ministro criticou a oposição e apelou ao sentido de Estado para que se avance com as reformas necessárias.
Governo do país mobilizou o exército, para garantir o abastecimento e o transporte de combustível.
"O mundo ainda não compreendeu bem a dimensão do desafio de segurança energética que enfrentamos", diz o diretor executivo da AIE, à BBC.
Presidente do FC Porto regressava ao Norte - após o clássico de Alvalade - quando a viatura em que era conduzido foi apanhada pela GNR.
Não há suspeitas do que poderá ter sucedido.
O coordenador do BE também elogiou a necessidade de "haver uma partilha de responsabilidades" no programa que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, apresentou.
Calamidade foi decretada pelo Governo a 29 de janeiro nas zonas mais afetadas pela depressão Kristin, e duas vezes prolongada após novas tempestades.
Montenegro responderá pela primeira vez diretamente à oposição, que criticou a atuação do executivo. Vários partidos chegaram a pedir a demissão da ministra da Administração Interna.
Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
Depois das críticas de Marcelo, a telecom relembra que “estes trabalhos são muito exigentes e sujeitos a algum grau de incerteza, pois dependem das condições de acesso e reparação das estruturas destruídas e de fatores terceiros, como o fornecimento de eletricidade ou o estado do tempo”.
O rasto da tempestade afetou fortemente as vias de comunicação, estradas, caminhos-de-ferro, escolas, deixando populações isoladas e pessoas desalojadas.
Emmanuel Macron, anunciou na quinta-feira que França votará contra o acordo entre os 27 Estados-membros da UE e o bloco sul-americano.
Vinte e oito das mortes foram causadas por acidentes em vias patrulhadas pela GNR e dez por sinistros em centros urbanos.