Apoio militar internacional à Ucrânia subiu 30% em 2025 para nível recorde
A Alemanha é o segundo maior apoiante, a seguir aos Estados Unidos.
A Alemanha é o segundo maior apoiante, a seguir aos Estados Unidos.
O presidente dos Estados Unidos e o príncipe saudita mantêm uma relação próxima que não foi abalada nem pelas questões de jornalistas relativas à morte do jornalista Jamal Khashoggi.
Embora o Hwasong-20 procure aumentar o alcance e a capacidade de destruição dos antecessores, ainda não foi testado.
Israel Katz assegurou que as autoridades israelitas estão "na vanguarda da tecnologia militar mundial".
O presidente dos Estados Unidos pediu aos residentes de Teerão para abandonarem a capital iraniana e exigiu ao Irão que se rendesse sem condições.
O 7 de Outubro mudou o páis e estilhaçou ilusões sobre a convivência com os vizinhos, mesmo entre quem já acreditou muito nela. Porque o trauma continua à flor da pele. Relatos de quem viveu o terror e já não fala em paz, mas em conseguir em segurança
O ataque israelita a Beirute e a morte de Haniyeh fizeram soar o alarme na região relativamente às possíveis respostas tanto do Irão como das milícias islamitas contra o Estado judaico.
Irão indicou a ocorrência de "fortes explosões" na província de Isfahan, mas garante que não houve danos. Israel anunciou a intenção de responder aos ataques iranianos na madrugada de domingo, mas não assume autoria do ataque desta noite. Ministro israelita escreveu "fraquinho" no twitter.
Volodymyr Zelensky já tinha feito um apelo aos parlamentos de todos os países da NATO para declararem a Rússia um "estado terrorista" e pediu mais sistemas de defesa aéreos e antimísseis.
Primeira de uma série de lições preliminares sobre a invasão da Ucrânia, pelos olhos dos militares, do operacional coberto de lama ao estratega longínquo e ao comandante próximo. Hoje, a guerra em terra.
"Hoje, ouvimos dizer que nos querem derrotar no campo de batalha. O que é que podemos dizer? Que tentem", afirmou o presidente russo.
As forças russas estão a concentrar-se em dois eixos. Luta será semelhante à II Guerra Mundial, acredita Ucrânia.
Será que Putin estará a fazer bluff, para ludibriar a União Europeia e a NATO, num momento crucial dos processos de decisão estratégica de ambas as organizações, ou estará apenas a aguardar a oportunidade para encetar o blitz fatal sobre Kiev, inspirado na reação norte-americana à incursão dos Talibã sobre Cabul?
Ao fim de quatro décadas, este Carnaval político-ideológico, encenado e participado, maioritariamente, pelos funcionários do regime teocrático, tem vindo a perder fervor.
O mundo islâmico tenta reconstruir a sua posição no mundo através da rejeição violenta de qualquer tipo de influências ocidentais. Os seus projetos passam por reconverter, reconquistar e repor, sem vergonha, o seu passado alegadamente glorioso e consensual.
Ibrahim al Asaf, ministro de Relações Exteriores saudita, indicou que ataques aos campos petrolíferos do país "expuseram o regime iraniano ao mundo inteiro".