Luís Neves no Ministério da Administração Interna: um polícia ao serviço da República
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
Desmantelou a ETA em Portugal, coordenou uma das maiores operações de sempre da PJ e foi defendido pela esquerda em matérias de migração.
Bem-vindos às histórias dos inquilinos da Judiciária e do projeto Monsanto; às denúncias anónimas e à guerra com os diretores e à traição de Amadeu Guerra; às birras à porta, no carro e o passe social; aos telefonemas irados e às mensagens indiscretas e à ordem de despejo. E ainda ao novo mundo dos copos grandes e das sociedades pequenas; aos dias em que se arrastaram mobílias e à música de Vivaldi.
Começou por ser batizada como Amigos dos Amigos, mas o nome não vingou e hoje toda a gente a conhece como Operação Face Oculta. Um novo livro, sobre a vida do investigador da PJ que liderou esta investigação ("Insubmisso, Memórias de um Polícia"), revela agora todos os bastidores de um caso em que o então primeiro-ministro José Sócrates e vários comparsas montaram um plano para controlar a TVI e os jornais Público e Correio da Manhã.
Onde os ministros foram buscar os assessores? Uma antiga assessora de Sócrates está a trabalhar com Luís Montenegro e há quem passe diretamente do anterior para o atual Governo. E mesmo assim foi difícil compor os gabinetes.
Esta semana, foi revelado que a detenção de crianças migrantes junto às fronteiras poderá ser uma realidade com as novas leis da UE. Ativista Miguel Duarte critica medidas.
Grupo ultra-conservador invadiu, ontem, missa promovida por católicos LGBT.
A bancada parlamentar do Chega é acusada de fazer piadas racistas, provocações, ruídos de animais à passagem de deputados, interrupções e ataques misóginos.
O despacho de acusação do MP, a que a Lusa teve acesso, sustenta que os arguidos "decidiram usar, como se fosse seu", um veículo elétrico adquirido em regime de locação financeira por empresa municipal, na sequência de contrato de ajuste direto celebrado em 13 de outubro de 2017, "mediante o pagamento de uma renda mensal" de 614 euros.
Há dois anos que o Ministério Público não deteta problemas nas 328 declarações de rendimentos e património de governantes, autarcas e deputados, mas a SÁBADO encontrou centenas de falhas e omissões.
Estavam na calha para deputado, vereador, presidente de câmara e de junta – mas falharam as eleições. Acabaram nomeados para gabinetes de ministros.
Abordando as audições que tiveram lugar esta tarde, no parlamento, Ana Catarina Mendes frisou que, segundo o que tem ouvido e "a confirmarem-se as notícias que têm vindo a público, Setúbal é um caso isolado", mas "tem de ser investigado".
Sara Abrantes Guerreiro pediu a António Costa para abandonar a pasta. Marcelo garante que não está relacionado com o caso de acolhimento de refugiados na Câmara de Setúbal.
António Costa foi condenado em 2007 pelo homicídio de três jovens. A primeira saída precária ocorreu esta segunda-feira, dia 31.
Atual diretor da Polícia Judiciária assumiu funções em 2018 e o Governo renovou o mandato de Luís Neves por mais três anos.